O filme tem direção de Mirela Kruel, faz parte da Exposição Cidade Mulher sobre direito das mulheres à cidade ocupa o Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica.
O Movimento Feminista Inclusivass foi fundado em 30 de agosto de 2014, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, por Carol Santos e demais companheiras, a partir da articulação iniciada no 1º Seminário Mulheres com Deficiência e Políticas Públicas, realizado em março de 2014. Ao final do seminário, ativistas e lideranças deram continuidade à organização autônoma e à construção coletiva de ações.
segunda-feira, 4 de setembro de 2023
𝗙𝗶𝗹𝗺𝗲 "𝗖𝗮𝗿𝗼𝗹" em 𝗘𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶çã𝗼 𝗥𝗶𝗼 𝗱𝗲 𝗝𝗮𝗻𝗲𝗶𝗿𝗼.
segunda-feira, 28 de agosto de 2023
𝑳𝒊𝒗𝒆 9 𝒂𝒏𝒐𝒔 𝒅𝒂𝒔 𝑰𝑵𝑪𝑳𝑼𝑺𝑰𝑽𝑨𝑺𝑺!
𝑳𝒊𝒗𝒆 9 𝒂𝒏𝒐𝒔 𝒅𝒂𝒔 𝑰𝑵𝑪𝑳𝑼𝑺𝑰𝑽𝑨𝑺𝑺!
Um bate papo com as fundadoras do movimento e com as novas Inclusivass.
Vai perder!
Dia:31/08
Hora:19h
Facebook: https://www.facebook.com/Inclusivass
#FundoElas
#9anos
#inclusivass
#pratodasetodesverem
Card com fundo lilas.
Na borda superior a logomarca do Fundo Elas+ e Inclusivass
Centralizado o texto: Live de aniversário de 9 anos das Inclusivass.
Do lado esquerdo, o desenho de uma mulher cadeirante, ela está com a cadeira de lado e com as mão esquerda na roda. Olha para o lado esquerdo. No pé direito da cadeira amarrado vários balões coloridos e entre eles o numero 9. Ao lado às informações; 31/08/2023- 19h
Na borda inferior direita o símbolo de interprete de Libras.
Fim da descrição.
segunda-feira, 19 de junho de 2023
Matéria Correio do Povo- Ameaça constante.
Abaixo o texto: Inclusivass no Jornal Correio do Povo. Em destaque a capa do jornal com uma mulher de costas, segurando um cartaz e na borda inferior o texto: Ameaça Constante. Ao lado foto de uma mulher cadeirante.
Card em degrade rosa, lilas, verde e amarelo.
Na borda superior as logomarcas do Fundo Elas+ e Histórias Contadas
Matéria: Ameaça constante.
terça-feira, 6 de junho de 2023
𝑷𝒂𝒓𝒄𝒆𝒓𝒊𝒂 𝒄𝒐𝒎 𝑪𝒐𝒍𝒆𝒕𝒊𝒗𝒐 𝑰𝒏𝒄𝒐𝒎𝒐𝒅𝒆.
quinta-feira, 1 de junho de 2023
𝐑𝐞𝐥𝐚𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞𝐯𝐢𝐯𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐞 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐜í𝐝𝐢𝐨- Thais Hipólito
Thaís Hipólito, é uma mulher de trinta e nove anos, e é técnica de enfermagem.
Conheceu seu agressor e ex-marido aos dezessete anos, ele tinha 21 anos, no ano 2000, na casa de um amigo em comum. O início do namoro foi muito bacana, ele a enchia de mimos e presentes, a buscava e levava para a escola, e trabalho. O relacionamento se aprofundou e Thais se casou em 2005, em 2006 sua primeira filha nasceu. A essa época o relacionamento já tinha se desgastado, e Thaís sofria abuso psicológico, acompanhado por agressões verbais e ofensas. Com a perda de auto estima, ela passou a acreditar ser a culpada do desgaste do relacionamento.
𝐀𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐒𝐨𝐛𝐫𝐞𝐯𝐢𝐯𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐞 𝐅𝐞𝐦𝐢𝐧𝐢𝐜í𝐝𝐢𝐨.
Quando se sobrevive a tentativa de feminicídio, não se consegue apagar o que se viu e viveu. Temos danos físicos, com cicatrizes e marcas permanentes nos corpos das sobreviventes; algumas se tornam mulheres com deficiência, mas além deles temos os danos invisíveis, que podem ser cicatrizes psicológicas, emocionais, que marcam as vidas dessas mulheres. Entre as cicatrizes que o crime deixa em suas vidas, temos: a sensação de autodepreciação; o temor pela própria vida; o temor pela vida de quem está ao seu lado, seja um novo parceiro/a, filhas e filhos, e outras pessoas de sua convivência; a sensação de abandono, de falta de apoio dos órgãos públicos é latente, devido à vulnerabilidade das mulheres frente aos seus algozes.
segunda-feira, 15 de maio de 2023
Matéria no Lupa do Bem sobre nosso trabalho e projeto.
Avisa lá!
Estamos na Lupa do Bem com matéria incrível escrita pela jornalista Maíra Carvalho.Projeto, feminismo, ativismo, sobreviventes de feminicídio, articulações e ações.
Confira:https://lupadobem.com/combate-a-violencia-de-genero.../
#HistoriasContadas
#FundoELAS
Fundosocialelas Elas
#PraTodasETodesVerem
Foto de Ewelin, Sofia Cavedon, Daia e Carol no lançamento do Guia de Enfrentamento.
Na borda superior direita a logomarca do Lupa do Bem.
Na borda inferior sobre u mundo o texto: Mulheres
Movimento Inclusivass luta por direitos de mulheres e meninas com deficiência.
Confira:
https://lupadobem.com/combate-a-violencia-de-genero.../
domingo, 14 de maio de 2023
Dia das MÃES!
Na data de hoje queremos falar das mães com deficiência que cuidam e sobre o Autocuidado tão negado a essas mulheres.
segunda-feira, 1 de maio de 2023
𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼 é 𝗱𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝘁𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗻ó𝘀!
Nós mulheres com deficiência, que mesmo com a Lei de Cotas raramente conseguimos vagas de emprego. Nós que por muitas vezes não somos considerada capazes, apesar de nossos diplomas. Nós que por muitas vezes, mesmo em concursos públicos, não temos a acessibilidade necessária para disputar vagas. E, também, as mulheres sem deficiência, que têm filhas(os) com deficiência, e que devido à ausência de políticas públicas de cuidado adequadas, temos que abdicar do trabalho para cuidar de nossos filhas(os). Na maioria das vezes sozinhas, e com renda muito baixa. Nós mulheres com deficiência que sofremos 3 vezes mais violência doméstica, e não temos justiça que nos alcance, que incessantemente precisamos lutar pela igualdade de direitos, e pela responsabilidade social de governantes, e de agentes públicos.
segunda-feira, 17 de abril de 2023
𝐂𝐀𝐌𝐏𝐀𝐍𝐇𝐀: 𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐭𝐢𝐩𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐅𝐄𝐌𝐈𝐍𝐈𝐂Í𝐃𝐈𝐎.
Hoje lançamos a campanha: os diferentes tipos de FEMINICÍDIO, entender os diferentes tipos de feminicídio por razões de gênero, raça, orientação sexual e outros tantos pelo fato de nascermos "𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑𝐄𝐒."
A palavra feminicídio ganhou destaque no Brasil a partir de 2015, quando foi aprovada a Lei Federal 13.104/15, popularmente conhecida como a Lei do Feminicídio. Isso 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙡𝙖 𝙘𝙧𝙞𝙢𝙞𝙣𝙖𝙡𝙞𝙯𝙖 𝙤 𝙛𝙚𝙢𝙞𝙣𝙞𝙘𝙞́𝙙𝙞𝙤, 𝙦𝙪𝙚 𝙚́ 𝙤 𝙖𝙨𝙨𝙖𝙨𝙨𝙞𝙣𝙖𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙩𝙞𝙙𝙤 𝙚𝙢 𝙧𝙖𝙯𝙖̃𝙤 𝙙𝙤 𝙜𝙚̂𝙣𝙚𝙧𝙤, 𝙤𝙪 𝙨𝙚𝙟𝙖, 𝙖 𝙫𝙞́𝙩𝙞𝙢𝙖 𝙚́ 𝙢𝙤𝙧𝙩𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙨𝙚𝙧 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧.
A palavra vem do termo “𝐟𝐞𝐦𝐢𝐜í𝐝𝐢𝐨”, cunhado em 1976 pela socióloga sul-africana Diana Russell, que sentiu a necessidade de diferenciar o homicídio de mulheres em razão do gênero.𝐕𝐨𝐜ê 𝐬𝐚𝐛𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦 𝐯á𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐭𝐢𝐩𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐅𝐄𝐌𝐈𝐍𝐈𝐂Í𝐃𝐈𝐎?
Vamos trazer os diferentes tipos de feminicídio por razões de gênero, raça, orientação sexual e outros tantos pelo fato de nascermos "𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑𝐄𝐒."
𝗦𝗜𝗚𝗔 𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗗𝗘𝗦 𝗦𝗢𝗖𝗜𝗔𝗜𝗦: |
#PraTodasETodosVerem
Card com fundo em degradê de lilás e branco. Na borda superior à esquerda temos o logo do Fundo Elas, composto pela palavra elas, e 2 ramos de flores que sobem a partir dessa palavra; ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus) no centro; à esquerda temos a figura de um rosto de mulher, mostrando sua face esquerda, com um arranjo de floral na cabeça, ela está com olhos cerrados e expressão tranquila, e a face manchada de sangue. No centro do card temos uma ilustração simulando uma aba de busca de navegação na internet, com uma lupa à direita, onde temos o texto “Saiba quais são os tipos de feminicídio”. Sobre a ilustração temos o desenho de uma poça de sangue. Fim da descrição.



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