segunda-feira, 15 de maio de 2023

Matéria no Lupa do Bem sobre nosso trabalho e projeto.

 





Avisa lá!

Estamos na Lupa do Bem com matéria incrível escrita pela jornalista Maíra Carvalho.
Projeto, feminismo, ativismo, sobreviventes de feminicídio, articulações e ações.
Confira:https://lupadobem.com/combate-a-violencia-de-genero.../
#HistoriasContadas
#FundoELAS
#SobreviventesFeminicidio
Fundosocialelas Elas
#PraTodasETodesVerem
Foto de Ewelin, Sofia Cavedon, Daia e Carol no lançamento do Guia de Enfrentamento.
Na borda superior direita a logomarca do Lupa do Bem.
Na borda inferior sobre u mundo o texto: Mulheres
Movimento Inclusivass luta por direitos de mulheres e meninas com deficiência.
Confira:
https://lupadobem.com/combate-a-violencia-de-genero.../ 

domingo, 14 de maio de 2023

Dia das MÃES!



Na data de hoje queremos falar das mães com deficiência que cuidam e sobre o Autocuidado tão negado a essas mulheres.

Quantas mães com deficiência exercem o cuidar mesmo não sendo visto como uma obrigação social e cultural, levando o papel do cuidar a uma sobrecarga como para as demais mulheres sem deficiência.
O abandono social para mães com deficiência implica pela falta políticas públicas de Acessibilidade nos serviços, acesso aos direitos sexuais e reprodutivos, orientação sobre maternidade por serem vistas como alguém para ser cuidada e não como alguém que cuide.
Todo esse tabu sobre cuidar precisa ser provado o tempo como afirmação social de capacidade sobre uma mãe com deficiência.
Toda essa pressão capacitista leva essas mulheres à exaustão diária não cabendo a elas o Autocuidado de si como um direito.
A sobrecarga das mães solo com deficiência e das mães que têm crianças com deficiência ainda é um assunto a ser incluído nas políticas públicas de cuidado como um direito, evitando doenças depressivas, o estresse, insônia, dificuldade nas relações interpessoais e ansiedade. Isso implica no fato de que elas apresentam maior probabilidade de ter problemas de saúde mental do que o restante da população. Fatores de relacionamentos violentos e abusivos dificultam ainda mais o cuidado e autocuidado.
Olhar para si em uma sociedade CAPACITISTA é derrubar os tabus sobre mães com deficiência!
𝐂𝐮𝐢𝐝𝐞-𝐬𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐂𝐮𝐢𝐝𝐚𝐫

segunda-feira, 1 de maio de 2023

𝗗𝗶𝗮 𝗱𝗼 𝘁𝗿𝗮𝗯𝗮𝗹𝗵𝗼 é 𝗱𝗶𝗮 𝗱𝗲 𝗹𝘂𝘁𝗮 𝗱𝗲 𝘁𝗼𝗱𝗮𝘀 𝗻ó𝘀!

 


Nós mulheres com deficiência, que mesmo com a Lei de Cotas raramente conseguimos vagas de emprego. Nós que por muitas vezes não somos considerada capazes, apesar de nossos diplomas. Nós que por muitas vezes, mesmo em concursos públicos, não temos a acessibilidade necessária para disputar vagas. E, também, as mulheres sem deficiência, que têm filhas(os) com deficiência, e que devido à ausência de políticas públicas de cuidado adequadas, temos que abdicar do trabalho para cuidar de nossos filhas(os). Na maioria das vezes sozinhas, e com renda muito baixa. Nós mulheres com deficiência que sofremos 3 vezes mais violência doméstica, e não temos justiça que nos alcance, que incessantemente precisamos lutar pela igualdade de direitos, e pela responsabilidade social de governantes, e de agentes públicos.

É preciso estimular o debate político que considere gênero e deficiência, além de outras opressões.
Em um pais capitalista de que vê nossos corpos como improdutivos a luta é todos os dias pela garantia de direitos e de existir.
Card em degrade lilás.
Do lado esquerdo do card de baixo para cima o texto: Dia de luta Dia da, ao lado em destaque a palavra: TRABALHADORA. Abaixo da palavra o texto: 1 de maio - Dia do trabalho.
Na borda inferior direita o desenho de três punhos cerrados um ao lado do outro.
Fim da descrição.

segunda-feira, 17 de abril de 2023

𝐂𝐀𝐌𝐏𝐀𝐍𝐇𝐀: 𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐟𝐞𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐭𝐢𝐩𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐅𝐄𝐌𝐈𝐍𝐈𝐂Í𝐃𝐈𝐎.



Hoje lançamos a campanha: os diferentes tipos de FEMINICÍDIO, entender os diferentes tipos de feminicídio por razões de gênero, raça, orientação sexual e outros tantos pelo fato de nascermos "𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑𝐄𝐒."

A palavra feminicídio ganhou destaque no Brasil a partir de 2015, quando foi aprovada a Lei Federal 13.104/15, popularmente conhecida como a Lei do Feminicídio. Isso 𝙥𝙤𝙧𝙦𝙪𝙚 𝙚𝙡𝙖 𝙘𝙧𝙞𝙢𝙞𝙣𝙖𝙡𝙞𝙯𝙖 𝙤 𝙛𝙚𝙢𝙞𝙣𝙞𝙘𝙞́𝙙𝙞𝙤, 𝙦𝙪𝙚 𝙚́ 𝙤 𝙖𝙨𝙨𝙖𝙨𝙨𝙞𝙣𝙖𝙩𝙤 𝙙𝙚 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧𝙚𝙨 𝙘𝙤𝙢𝙚𝙩𝙞𝙙𝙤 𝙚𝙢 𝙧𝙖𝙯𝙖̃𝙤 𝙙𝙤 𝙜𝙚̂𝙣𝙚𝙧𝙤, 𝙤𝙪 𝙨𝙚𝙟𝙖, 𝙖 𝙫𝙞́𝙩𝙞𝙢𝙖 𝙚́ 𝙢𝙤𝙧𝙩𝙖 𝙥𝙤𝙧 𝙨𝙚𝙧 𝙢𝙪𝙡𝙝𝙚𝙧.

A palavra vem do termo “𝐟𝐞𝐦𝐢𝐜í𝐝𝐢𝐨”, cunhado em 1976 pela socióloga sul-africana Diana Russell, que sentiu a necessidade de diferenciar o homicídio de mulheres em razão do gênero.
𝐕𝐨𝐜ê 𝐬𝐚𝐛𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐞𝐱𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦 𝐯á𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐭𝐢𝐩𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐅𝐄𝐌𝐈𝐍𝐈𝐂Í𝐃𝐈𝐎?
Vamos trazer os diferentes tipos de feminicídio por razões de gênero, raça, orientação sexual e outros tantos pelo fato de nascermos "𝐌𝐔𝐋𝐇𝐄𝐑𝐄𝐒."

𝗦𝗜𝗚𝗔 𝗔𝗦 𝗥𝗘𝗗𝗘𝗦 𝗦𝗢𝗖𝗜𝗔𝗜𝗦:
Facebook

#PraTodasETodosVerem 

Card com fundo em degradê de lilás e branco. Na borda superior à esquerda temos o logo do Fundo Elas, composto pela palavra elas, e 2 ramos de flores que sobem a partir dessa palavra; ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus) no centro; à esquerda temos a figura de um rosto de mulher, mostrando sua face esquerda, com um arranjo de floral na cabeça, ela está com olhos cerrados e expressão tranquila, e a face manchada de sangue. No centro do card temos uma ilustração simulando uma aba de busca de navegação na internet, com uma lupa à direita, onde temos o texto “Saiba quais são os tipos de feminicídio”. Sobre a ilustração temos o desenho de uma poça de sangue. Fim da descrição.


quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

Novo canal de comunicação: WhatsApp das Inclusivass.


𝗦𝗶𝗺, 𝗮𝗴𝗼𝗿𝗮 𝘃𝗼𝗰ê 𝗽𝗼𝗱𝗲 𝗳𝗮𝗹𝗮𝗿 𝗱𝗶𝗿𝗲𝘁𝗮𝗺𝗲𝗻𝘁𝗲 𝗰𝗼𝗻𝗼𝘀𝗰𝗼 𝗻𝗼 𝗪𝗵𝗮𝘁𝘀𝗔𝗽𝗽!

Agora você pode fazer contato direto com a gente pelo numero de telefone e Whats.

Entre o horário das 13h até 17h estaremos te esperando para trocar ideias, acolhimentos e experiências.

❤😍
#HistóriasContadas
#FundoElas
PraTodasETodesVerem
Card com fundo branco.
Na borda superior as logomarcas do Fundo Elas+, composto pela palavras Elas, e 2 ramos de flor que sobem a partir dessa palavra, ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus).
Abaixo o texto: Converse conosco no Whasts!. Sobre um fundo roxo o número: (51) 99319-4525
Horário:13h às 17h, ao lado um balão com o ícone do Whatsapp. Do lado direito do card o desenho de um celular em pé, na tela várias borboletas coloridas.
Fim da descrição.
Arte: Eduarda Milena.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

NOTA DE REPÚDIO:EM DEFESA DA DEMOCRACIA, INCLUSIVASS REPUDIA O TERRORISMO BOLSONARISTA.

 

Card no formato quadrado, com fundo degradê transversal nas cores rosa e branco. No centro do card temos a logo do Movmento Feminista Inclusivass constituído do símbolo feminino à esquerda, em rosa, com diversas borboletas coloridas no seu interior; à direta, sob fundo rosa em degradê horizontal, escrito em lilás escuro a palavra Inclusivass em letras maiúsculas. Logo abaixo temos o textos em letras pretas maiúsculas: Nota de Repúdio -Confira na descrição. Na borda inferior direita, temos o logo do projeto “Histórias Contadas", formado pela palavra "Histórias", em letras maiúsculas pretas, e a palavra "Contadas", em vermelho, sendo que a letra "O" é substituída pelo símbolo feminino; e do Fundo Elas, que se constitui da palavra “elas” onde o “l” é formado por duas flores entrelaçadas.

EM DEFESA DA DEMOCRACIA, INCLUSIVASS REPUDIA O TERRORISMO BOLSONARISTA.

Movimento Feminista Inclusivass do RS repudia a tentativa de golpe e os ataques terroristas à democracia, promovidos por bolsonaristas fascistas, no último domingo, 8 de janeiro de 2023, em Brasília. Somamos força às manifestações da sociedade, das centrais, movimentos sociais e entidades sindicais que exigem a prisão imediata de todos os responsáveis pelo ataque ao Palácio do Planalto, Supremo Tribunal Federal e Congresso Nacional.

O resultado das urnas e, em especial, a vontade das mulheres que defendem a paz e a democracia; o combate à violência e a impunidade e, o respeito aos Poderes constituídos, precisam ser preservados.

Os ataques golpistas que ontem chocaram a nação brasileira, e, claramente tinham como objetivo afetar a parcela da população que mais sofreria com essa tentativa frustrada. 

Essas são as mesmas pessoas que, durante os quatro últimos anos, sofreram veemente com o total descaso nas políticas públicas social, educacional, de saúde e demais políticas públicas.  São as pessoas com deficiência, mulheres vítimas de violência, negras e negros, população LGBTQIAP+, prostitutas, população de baixa renda e todas trabalhadoras e todos trabalhadores dessa nação, que durante os últimos anos tiveram a sua existência negada, ou desprezada pelo ex-mandatário, cujo mandato se encerrou em 2022.

Ainda, nos INDIGNAMOS com a PRESENÇA DE CRIANÇAS e ADOLESCENTES em ATOS VIOLENTOS e CRIMINOSOS, onde foram feridos, dentre outros, os DIREITOS destas no que se refere à PROTEÇÃO CONTRA TODA E QUALQUER FORMA DE VIOLÊNCIA (art. 5º da Lei Federal nº 13.257/2016 - Marco Legal da Primeira Infância).

O Estado Brasileiro e seus instrumentos legais DEVEM SER RESPEITADOS e PROTEGIDOS pelo POVO e para o POVO. Entendemos, também, que TODOS os responsáveis devem ser DEVIDAMENTE PUNIDOS pela JUSTIÇA brasileira.

Exigimos a responsabilização e a punição de todos os envolvidos nos crimes cometidos, impedindo, com isso, a continuidade e disseminação das manifestações terroristas de ódio e de violência no país.

Por fim, SOLIDARIZAMO-NOS com o Governo Federal, ELEITO DEMOCRATICAMENTE. Juntas DEFENDEREMOS a DEMOCRACIA BRASILEIRA.

#HistoriasContadas

#Inclusivass

#FundoELAS 

quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Lançamento Guia de Enfretamento à Violência Contra Meninas e Mulheres com Deficiência.

 


Agenda 21 Dias de Ativismos.

📌📌📝📝📌📌📝📝
Participe do lançamento 𝐆𝐮𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐄𝐧𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 à 𝐕𝐢𝐨𝐥ê𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐂𝐨𝐧𝐭𝐫𝐚 𝐚𝐬 𝐌𝐞𝐧𝐢𝐧𝐚𝐬 𝐞 𝐌𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐜𝐨𝐦 𝐃𝐞𝐟𝐢𝐜𝐢ê𝐧𝐜𝐢𝐚, em parceria com a Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RS, o Guia foi construído pelo Movimento Feminista Inclusivass e diversos movimentos de mulheres, teve o apoio do Fundo Elas+.
O Guia de Enfrentamento à Violência Contra Meninas e Mulheres, que tem como objetivo informar e orientar as mulheres com deficiência sobre os diferentes tipos de violência ao qual ela pode sofrer, ou por vezes já é vítima.
Dia:02/12/22
Hora:09h30min
Local: Salão Júlio de Castilhos- Assembleia Legislativa.
Transmissão TV Assembleia:https://youtube.com/@tvalrs. Com intérprete de Libras.
Card retangular em tons degradê rosa.
Centralizado na parte superior do card na cor azul o título: Guia de Enfrentamento à Violência Contra Meninas e Mulheres com Deficiência. Abaixo na cor branca o texto: Por uma vida livre de violência.
Convite de lançamento
02/12- 09H30
Salão de Julio de Castilhos da Assembleia Legislativa RS.
No restante do card temos o desenho colorido estilizado de várias mulheres com deficiência, cadeirante, com prótese, cega, com muletas e amputada.
Na borda inferior as logomarcas:
Todas São Todas, Coletivo Feminino Plural, Fundo Elas+, Levante Feminista Contra o Feminicídio, Mulheres em Movimento, Coletivo Elza Soares, Inclusivass e Marta Moura.

domingo, 20 de novembro de 2022

Na luta por uma agenda feminista inclusiva! 21 Dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres.



Na luta por uma agenda feminista inclusiva!

Os 21 dias de ativismo, como conhecemos no Brasil, tiveram início junto com o cenário internacional de 16 dias de ativismo, período que inicia em 25 de novembro, no Dia Internacional de Luta Contra a Violência à Mulher, e vai até 10 de dezembro, no Dia Internacional de Direitos Humanos. Mas, por aqui, incluímos o dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, entendendo que mulheres negras sofrem violência tanto por serem mulheres como pelo racismo, e assim aqui no Brasil os 16 dias viraram 21.
O período teve início em 1991 com 23 mulheres ativistas do Instituto de Liderança Global das Mulheres. O objetivo é a disseminação de informação e incentivo para que organizações façam campanhas de conscientização, se engajem e se mobilizem para falar sobre violência contra a mulher. A ONU incentiva, por meio do “UNA-SE pelo fim da violência contra as mulheres até 2030”, que ações globais sejam efetuadas.
As Incluisvass e os 21 Dias de Ativismo
Desde 2014 nossa agenda feminista incluis os 21 Dias de Ativismo com a preocupação de promover atividades com a pauta dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. Juntas com os demais movimentos de mulheres e mulheres com deficiência desenvolvemos ações que visem dar visibilidade as tantas pautas desses movimentos e o enfrentamento da violência sobre nossos corpos.
Em oito anos de atuação estadual, nacional e internacional já desenvolvemos três projetos no enfrentamento a violência contra as mulheres e meninas com deficiência e demais politicas públicas, criamos vários materiais informativos, participamos na construção e elaboração de PLs, atuamos em frentes importantes e com isso abrimos o dialogo da importância de incluir as questões de gênero e deficiência como marcadores sociais e fundamentais na construção de politicas públicas.
Levamos como movimento o NADA SOBRE NÓS, SEM NÓS e questionamos a sociedade, poder publico e legislativo a repensar o nosso lugar no mundo como detentoras de direitos.
🗒🗓📌📌📝📝
Acompanha nossa agendo do mês:
@inclusivassfeminista

sexta-feira, 28 de outubro de 2022

NOSSO VOTO É DEMOCRATICO E PELAS MULHERES!

 


NOSSO VOTO É DEMOCRATICO E PELAS MULHERES!

O Movimento Feminista de Mulheres e Meninas com Deficiência no domingo assume seu compromisso com a democracia do nosso pais.
Somos mais de 25 milhões de mulheres e meninas que ainda estão fora da inclusão nas políticas públicas das pessoas com deficiência e das mulheres, nos últimos quatro anos nos deparamos com o total descaso desse governo, o desmonte em políticas públicas que promovem a garantia na promoção de direitos humanos foram inúmeras e retrocedem 30 anos de luta das pessoas com deficiência.
Os retrocessos vão desde a Reforma da Previdência, a pensão por morte, a proposta de Bolsonaro na extinção do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), a tentativa de acabar com as cotas para trabalhadores e trabalhadoras com deficiência, a política de cotas em programas de pós-graduação das Universidades Federais, a Reforma Tributária e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) que extinguiu o benefício do vale gás para mães solos com filhos que tenham deficiência.
Na Reforma da Previdência houve corte de 40% no valor a ser recebido por aposentados por invalidez. Com a Reforma Tributária, o atual governo apresentou corte de direitos de quem mais sofre com as desigualdades, extinguindo benefícios fiscais de renúncia de PIS/Pasep e COFINS para cadeira de rodas e aparelhos assistivos.
O direito de autonomia e de mães em situação de pobreza, que criam sozinhas seus filhos com deficiência e que não podem trabalhar, também fazem parte da política antidemocrática.
Durante a Pandemia a falta de informação e cuidado levou muitas de nós, fomos as ultimas a fazer parte do grupo prioritário, somente após grandes manifestações de movimentos de todo pais conseguimos esse direito de receber a vacina primeiro, mães solos também ficaram de fora da prioridade mesmo sendo as cuidadoras, a falta de politicas de enfrentamento durante o isolamento social nos silenciou criando um cenário de violência domestica e violência sexual com o aumento dos casos no pais.
Muitas de nós estávamos ao lado de nossos agressores que muitas vezes são nossos cuidadores, o isolamento dificultou buscar por denúncia.
O atual governo não investiu em políticas públicas para as mulheres afetando diretamente quem mais precisa de acesso a educação, moradia, saúde e emprego.
No domingo estaremos ao lado da democracia e da garantia de direitos para as mulheres e meninas com deficiência do Brasil.
Nosso VOTO é por todas NÓS!
Movimento Feminista Inclusivass.
Card em degrade azul e rosa.
Na borda superior direita as logomarcas do Fundo Elas+, composto pela palavra elas, e 2 ramos de flores que sobem a partir dessa palavra; ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus).
Abaixo sobre o contorno do mapa do Brasil a frase em semicírculo: Domingo nosso compromisso é com a DEMOCRACIA, entre este semicírculo sobre um fundo ondulado temos o imagem de uma mão com um papel sendo colocado em uma urna. Ao lado algumas estrelas e a palavra VOTE.
Na borda inferior a frase: Por todas nós mulheres e meninas com deficiência.
Fim da descrição.

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

DIA DA VISIBILIDADE INTERSEXUAL!



Hoje é dia da visibilidade e trouxemos pra você a definição:

A letra “I” da sigla LGBTQIAP+ é da palavra “intersexual”, esse termo é usado para pessoas que têm características sexuais congênitas que não se enquadrando nas normas médicas e sociais para corpos femininos ou masculinos, e que criam riscos ou experiências de estigma, discriminação, ódio e danos.
Essas características podem alterar a configuração hormonal, e sexuais de cada pessoa intersexo.
#PraTodasETodosVerem Card em degradê em tons rosa e lilás. Na borda superior direita as logomarcas do Fundo Elas+, composto pela palavra elas, e 2 ramos de flores que sobem a partir dessa palavra; ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus). No corpo do card temos o seguinte texto: "Você sabia? 26/10 dia da visibilidade intersexual”. Fim da descrição.

terça-feira, 25 de outubro de 2022

Dia nacional de combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo.

 Hoje é o dia mundial do NANISMO!


Hoje é o dia mundial do NANISMO!
O objetivo da data é conscientizar a sociedade para sobre a complexidade da doença, oportunidades de trabalho com dignidade e construção de políticas públicas que assegurem a acessibilidade e a autonomia dessas pessoas.
Celebrada em diversos países, é dedicada às pessoas com baixa estatura, e marca a luta delas contra as dificuldades e a busca por políticas públicas efetivas, inclusão e acessibilidade
Ela é uma homenagem ao ator e ativista americano Billy Barty, criador de uma associação que na década de 1950, lutava pelo direito das pessoas com nanismo e por tratamento médico adequado.
Em Porto Alegre hoje foi sansionada a Lei Outubro Verde, mês de valorização e defesa das pessoas com nanismo, no Calendário de Datas Comemorativas e de Conscientização do Município de Porto Alegre. A medida tem o objetivo de conscientizar a população e combater o preconceito contra pessoas que possuem o transtorno de crescimento.
Conheça o site: www.annabra.org.br
#HistoriasContadas
#FundoELas
#PraTodasETodosVerem Card em degradê em tons rosa e lilás. Na borda superior direita as logomarcas do Fundo Elas+, composto pela palavra elas, e 2 ramos de flores que sobem a partir dessa palavra; ao lado temos a logo do projeto Histórias Contadas, composto pela palavra “Histórias” escrita em letras de forma maiúsculas cinza escuras, e a palavra “Contadas” em letras vermelhas de forma maiúsculas, com a letra O, sendo substituída pelo símbolo feminino (espelho de vênus). No corpo do card temos o texto: 25 de outubro Dia Nacional de combate ao preconceito contra as pessoas com nanismo. Logo abaixo, temos uma figura que traz três pessoas jovens, 2 são rapazes; um deles é branco, está de óculos escuros e tênis, e está de cócoras acariciando um cão que está deitado aos seus pés; o outro tem traços asiáticos, cabelos longos, usa bermudas e sapatos. Entre eles temos uma jovem negra com nanismo, usando uma blusa amarela, uma calça rosa e tênis azul. Todos estão sorrindo e se divertindo. Fim da descrição.