sábado, 19 de novembro de 2016

Colóquio sobre "Representatividade das Mulheres com Deficiência" na Feira do Livro de Porto Alegre (RS)


As Inclusivass Liza Cenci e Vitória Bernardes falaram sobre a "Representatividade das Mulheres com Deficiência" na 62ª Feira do Livro de Porto Alegre (RS) em 6 de novembro de 2016.  Durante o colóquio, apresentaram o projeto TODAS SÃO TODAS. 


Algumas falas de Liza e Vitória:


"Como cadeirante, demorei três anos para poder ir a uma reunião na escola do meu filho, até que fizeram uma rampa de acesso. Não poder entrar na escola, isso é tirar o meu direito" *(Liza)

"Fizemos uma intervenção na Cidade Baixa e vimos como é difícil o acesso (leia sobre esta intervenção clicando AQUI). Para a maior parte das pessoas, antes de sair pra um bar a preocupação é com que roupa vão. Para nós, é se vai ter ou não rampa, se vamos conseguir entrarl" (Vitória)

"Os postos de saúde não têm macas na altura adequada, não têm equipamento médico acessível. A gente não é vista pela sociedade" (Liza)

"As mulheres com deficiência não aparecem nas novelas, por exemplo. Não aparecem em lugar nenhum. Muitas vezes se sujeitam a relações abusivas dizendo: 'pelo menos ELE me quis". (Vitória)

"É por isso que a gente luta: para quebrar paradigmas" (Liza)






#PraCegoVer As fotos foram tiradas dentro da sala de vídeo do Memorial RS, onde aconteceu o Colóquio. Mostram Liza e Vitória na frente de cadeiras onde estão sentadas pessoas assistindo. Em uma das fotos, Liza está segurando um folder onde se lê TODAS SÃO TODAS. Em outras fotos (ao lado e abaixo), aparecem pessoas que estavam na plateia, assistindo. Na foto abaixo, elas aparecem lendo o folder do projeto.











Liza Cenci, integrante do Grupo Inclusivass e presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre (COMDEPA), deu uma entrevista ao vivo durante a Feira do Livro de Porto Alegre (RS) para o canal interno de tevê da Feira. Veja a seguir:









O colóquio sobre a Representatividade da Mulher com Deficiência foi destaque na página da Feira do Livro de Porto Alegre. Confira AQUI



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

INCLUSIVASS no Observatório da Violência Obstétrica


A coordenadora do Grupo Inclusivass, Carolina Santos (Carol), integra o comitê do Observatório da Violência Obstétrica no Brasil, representando as mulheres com deficiência. O Observatório foi lançado em 3 de novembro de 2016, em Porto Alegre (RS). Na ocasião, Carol fez um breve relato das dificuldades que enfrentou no parto de seu filho.




Descrição da foto #PraCegoVer  No canto esquerdo da foto aparece Carol Santos. Ela está de lado, olhando para a frente. Ao fundo aparecem outras mulheres sentadas a seu lado, na plateia do auditório onde foi o lançamento do Observatório. (fim da descrição)




O Observatório da Violência Obstétrica no Brasil tem como objetivo discutir, dialogar e articular junto à sociedade civil e o Sistema Único de Saúde sobre a qualidade da assistência prestada às mulheres em seus processos de gestação, parto e abortamento. Integra a proposta da Rede Internacional de Observatórios da Violência Obstétrica, e vincula-se a um Projeto de Extensão da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.


Equipe:

Grupo Impulsor
Camilla Alexsandra Schneck (Coordenação)
Letícia Becker Vieira (Coordenação)
Maria Gabriela Curubeto Godoy
Telia Negrão
Lara Werner
Comitê da Sociedade Civil
Carol Santos
Emanuelle Aduni Goes
Janaína Marques de Aguiar
Maria Helena Bastos
Maria Luiza de Oliveira
Renata Jardim
Rubia Abs da Cruz
Ticiana Oswald Ramos
Vera Daisy Barcellos
Virgínia Leismann Moreto




Saiba mais sobre o Observatório da Violência Obstétrica

Nas fotos abaixo, alguns momentos do lançamento do Observatório:










INCLUSIVASS no 1º Encontro Estadual sobre Nanismo em Porto Alegre (RS)

Descrição da foto #PraCegoVer Lelei Teixeira está sentada em uma poltrona cor roxa, e tem na mão direita um microfone e na mão esquerda uma folha de papel. Ela parece estar lendo a folha de papel. A seu lado esquerdo aparece parte de outra pessoa sentada também. E, ao fundo, um pedaço de um banner com o símbolo do Estado do RS (fim da descrição).

A jornalista Lelei Teixeira, que escreve a coluna "Isso não é comum" (acesse aqui: http://issonaoecomum.sul21.com.br/) e integra o Grupo Inclusivass, falolu sobre MÍDIA E PRECONCEITO no 1º Encontro Estadual sobre Nanismo realizado em Porto Alegre (RS), no dia 3 de novembro de 2016, no auditório do Palácio da Justiça.

Confira aqui um trecho de sua apresentação:

Como lidar com o que chamamos de deficiência e tudo o que decorre dela, evitando o paternalismo, o fetiche, o clichê, o heroísmo, a vitimização, o estereótipo, o sensacionalismo ou o constrangimento? 
Há que se ter sabedoria para lidar com uma condição delicada, às vezes jogada em uma espécie de limbo, onde permanece intocável, invisível, pela dificuldade do enfrentamento.
A mídia, formadora de opinião para o bem e para o mal, tem um papel muito importante neste sentido: mostrar a vida como ela é, tratar de questões que envolvem a deficiência e o preconceito com naturalidade e verdade, denunciar, apontar leis que preservam os direitos das pessoas com alguma dificuldade, não alimentar mitos, nem transformar as pessoas diferentes em vítimas, super homens ou mulheres, guerreiros a serem admirados. 
Precisamos estar atentos aos efeitos do discurso dos meios de comunicação sobre a nossa condição. É necessário mostrar, instigar, fazer pensar, evitando o sensacionalismo e o desgastado discurso da superação, que não contribuem em nada para causa nenhuma.
Os anões são quase invisíveis e pouco lembrados como cidadãos e trabalhadores pela sociedade, pelos governos, pela imprensa.
Mas são absurdamente lembrados quando o assunto é fazer rir a qualquer custo.
Pela fala de alguns comunicadores, não é delegado ao anão um comportamento humano. Os comentários são típicos de quem só está interessado no estereótipo, na gargalhada fácil. Ironizam grosseiramente a condição de vida dos anões, demonstrando farta ignorância sobre a diferença e a deficiência. Precisam preencher um espaço, garantir a audiência, ser interessantes o tempo todo, num vale tudo cruel.

Descrição da foto #PraCegoVer À esquerda, aparece Lelei sentada, lendo um papel, e, a seu lado, quatro pessoas sentadas, todas participantes do painel sobre Mídia e Preconceito.

domingo, 16 de outubro de 2016

CAMPANHA: TODAS SÃO TODAS visitam os salões de beleza


Integrantes do Grupo Inclusivass, formado por mulheres com deficiência, estão visitando salões de beleza para distribuir material informativo sobre o Projeto TODAS SÃO TODAS.

O projeto visa à inclusão das mulheres com deficiência nas políticas de enfrentamento à violência doméstica. No Brasil, há 25.800.681 mulheres com deficiência, segundo dados do IBGE de 2010. No entanto, elas ainda são invisíveis para boa parte da sociedade.



Descrição da imagem #PraCegoVer: Foto no salão de beleza Linnes. Em pé, da esquerda para a direita, Lúcia Pedrozo, proprietária do salão, e Josiane França, integrante do Grupo Inclusivass. Lúcia, que possui cabelos loiros e curtos, veste óculos de grau com armação preta, calça e blusa pretas, segura em sua mão direita a Carta das Mulheres com Deficiência, material criado pelo Grupo Inclusivass. Ao seu lado, abraçada, está Josiane França, que está com seus cabelos crespos soltos e veste óculos de sol. Josiane, que está de jaqueta jeans, blusa verde clara e calça cinza justa, segura em sua mão esquerda um postal escrito “Todas São Todas” e sua bengala. As duas sorriem. No plano de fundo há um banner, que ocupa toda a extensão da foto. No banner há retângulos que se alternam em fundo preto e branco. No retângulo de fundo preto está escrito em branco Liness, no retângulo branco está escrito em preto liness.com.br Final da descrição. Descrição: Vitória Bernardes. Consultoria: Josiane França


Saiba mais sobre a campanha, clicando AQUI

sábado, 15 de outubro de 2016

Grupo Inclusivass no Prêmio Educação do Sinpro/RS

No dia 14 de outubro de 2016, Carolina Santos, coordenadora do Grupo Inclusivass, participou da cerimônia do Prêmio Educação concedido pelo Sindicato dos Professores do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinpro/RS).  

Instituído em 1998, o Prêmio Educação RS tem como objetivo estimular e valorizar profissionais, instituições e projetos comprometidos com o ensino de qualidade e com a construção da cidadania.

Carolina fez parte da Comissão Julgadora, representando o Grupo, e foi convidada para falar na noite da premiação.

Na ocasião, comentou o quanto foi difícil escolher as pré-finalistas e falou da importância da premiação e do reconhecimento destes trabalhos em um momento em que se vive tantos retrocessos em relação aos direitos humanos. "A educação é o agente transformador da sociedade", concluiu Carolina.

Vencedoras do Prêmio Educação RS 2016:
Fátima Flores Jardim, do Instituto Popular de Arte Educação (IPDAE), de Porto Alegre; Professora Eliz Regina Silveira, da Escola Estadual Mário Quintana, de Alvorada, e Marcia Blanco Cardoso, do projeto O Mundo em Novo Hamburgo: Refugiados e Migrantes, uma Questão de Direitos Humanos, de Novo Hamburgo.


#PraCegoVer Abaixo, há duas fotos feitas durante a entrega do Prêmio Educação. Na primeira foto, aparecem as vencedoras do Prêmio Educação. Todas seguram o troféu Pena Libertária e o certificado. Na segunda foto, Carolina está no palco, segurando um microfone. Crédito das fotos: Igor Sperotto/Sinpro




sábado, 1 de outubro de 2016

INCLUSIVASS no Seminário "Autonomia Econômica e Violência Doméstica"

#pracegover O evento ocorreu no auditório da AJURIS (Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul). Na foto temos a mesa com a palestrante. Ao fundo da foto temos duas colunas paralelas pintadas em vermelho-escuro ladeando um painel. O painel é composto por um fundo com figuras geométricas na forma de quadrados com partes claras e escuras, sobrepostas pelo logo da AJURIS – Escola Superior de Magistratura, que é composto por um retângulo vermelho com letras vermelho claro e vinho, à direita deste logo temos um retângulo amarelo escrito 35 anos. Sentadas à frente do painel, temos à esquerda Denise Dora, da Ouvidoria Geral da Defensoria Pública do Rio Grande do Sul, e à direita temos a palestrante Ludy Green, diretora da “Second Chance Employment Services”(tradução: Agência de Emprego Segunda Chance). Fim da descrição: Ewelin Canizares e Josiane França.

Representantes do Grupo Inclusivass e da ONG Coletivo Feminino Plural participaram do seminário  "Autonomia Econômica e Violência Doméstica" e tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho da especialista norte-americana Ludy Green, diretora da "Second Chance Employment Services" sobre a agência de emprego para mulheres vítimas de violência criada por ela, nos Estados Unidos. 

#pracegover Foto da capa do livro “Ending Domestic Violence Captivity: a Guide to Economic Freedom” (tradução: Acabando com a prisão da violência doméstica: um guia para a liberdade econômica). Na capa temos o título escrito em letras roxas sobre um fundo lilás, abaixo dele temos uma foto onde aparece a autora, Ludy Green. Ela é branca com cabelos lisos e loiros, com franja, olhos claros, lábios finos e com batom rosa; ela está usando brincos de pérola, um blazer branco, à esquerda um broche formado por um laço amarelo e uma pérola. Ao lado esquerdo tem-se uma bandeira dos Estados Unidos. Fim da descrição: Ewelin Canizares e Josiane França.

Ludy Green criou a agência ao perceber que, sem autonomia financeira, fica muito mais difícil para as mulheres vítimas de violência doméstica saíram do ciclo de violência, porque, em geral, dependem economicamente do agressor. 

Além de conhecer o trabalho da especialista norte-americana, o encontro propiciou uma troca de experiências com outras mulheres de movimentos sociais e entidades ligadas à defesa dos direitos das mulheres. Carolina Santos, coordenadora do Grupo Inclusivass, falou sobre o trabalho do grupo e as dificuldades enfrentadas pelas mulheres com deficiência vítimas de violência doméstica. 

 O evento aconteceu em 30 de setembro de 2016 no auditório da AJURIS, em Porto Alegre (RS). Foi uma promoção da Ouvidoria-Geral da Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Sul, com apoio do Núcleo de Defesa da Mulher e da Embaixada dos Estados Unidos.


#pracegover Na foto temos o auditório da palestra onde à esquerda encontram-se representantes dos movimentos sociais e entidades de defesa dos direitos das mulheres participando de uma roda de conversa com a palestrante Ludy Green, que se encontra sentada à direita, com Simone e Carol Santos ao seu lado. Fim da descrição: Ewelin Canizares e Josiane França.


#pracegover Na foto temos ao fundo o auditório da palestra, com o público se dispersando, em primeiro plano aparecem: Carolina Santos, morena, sorrindo levemente, sentada, usando blazer vermelho, cabelo preso e brincos pequenos; Josiane França, morena, cabelos cacheados longos, sorrindo, em pé, de óculos escuros, camisa branca, blusa de decote V preta e jaqueta azul; e Ludy Green, loira, cabelos médios, sorrindo levemente, em pé, usando blazer branco. Fim da descrição: Ewelin Canizares e Josiane França.


#pracegover Na foto temos quatro mulheres, todas em pé. Da esquerda para a direita: Léa Epping, loira, cabelos médios, sorrindo, usando blusa cinza clara com decote em V transpassado; Josiane França, morena, cabelos cacheados longos, sorrindo, de óculos escuros, camisa branca, blusa de decote V preta, jaqueta azul e calça preta; Ludy Green loira, cabelos médios, sorrindo levemente, em pé, usando tailleur branco e mostrando com as mãos o DVD do filme Carol; Cris Bruel, morena clara, cabelos castanhos e curtos, usando blusa azul e calça jeans. O filme Carol trata da história da vida de Carolina Santos. Fim da descrição: Ewelin Canizares e Josiane França.
PARA ACESSAR MAIS FOTOS DO ENCONTRO, CLIQUE AQUI

INCLUSIVASS NA LUTA: abaixo-assinado sobre medicamentos

#pracegover: manifestantes carregam faixas e ao fundo se vê parte do Mercado Público de Porto Alegre. Na faixa está escrito: #MINHAVIDANAOTEMPREÇO  no alto, em letra preta. No centro, em letras maiores, em vermelho: MOBILIZAÇÃO PELA VIDA. E abaixo, em letras menores, em preto: "Supremo Tribunal Federal: Não pedimos para ter doenças graves, mas o tratamento é nosso direito!"


Imagine você - ou alguém que você ama - com uma doença grave, crônica e rara. Agora imagine que o remédio é caro demais, muito mais caro do que você pode pagar? E, por fim, imagine que nem a Justiça pode obrigar o Estado a fornecer este medicamento? É exatamente este o risco que corremos hoje no Brasil. O Supremo Tribunal Federal vai decidir se os governos são obrigados ou não a fornecer remédios de alto custo para as pessoas que precisam e que não possuem condições financeiras para adquiri-los. 

Saiba mais, clicando AQUI. 

Fernanda Vicari, integrante do Grupo Inclusivass, participou da manifestação realizada no dia 24 de setembro de 2016 em Porto Alegre (RS) pela aprovação da lei que garante o fornecimento de medicamentos de alto custo pelos governos.  


#pracegover: Fernanda Vicari, no centro da foto, dá entrevista. Pode-se ver um cinegrafista de costas, a câmera filmadora no ombro direito. E se vê um microfone na frente de Fernanda. Ela está em cadeira de rodas. A seu lado direito tem um menino de boné também em cadeira de rodas. A seu lado esquerdo se vê um homem e, ao lado dele, um pedaço de faixa da campanha de Mobilização pela Vida. 

#pracegover: foto de manifestantes carregando uma faixa onde se lê: Minha vida não tem preço. MOBILIZAÇÃO PELA VIDA. Supremo Tribunal Federal: Não pedimos para ter doenças graves, mas o tratamento é nosso direito. Atrás, há uma outra faixa, da qual só se vê um pedaço que diz "Não pedi para nascer..." Há pessoas na frente. No lado direito da faixa, se vê um cinegrafista com uma câmera no ombro de costas e uma moça de costas com roupa escura (a repórter). Estão na rua, e se vê ao fundo parte de cima do Mercado Público de Porto Alegre. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

AGENDA: Audiência pública sobre o Estatuto da Pessoa com Deficiência

#pracegover: cartaz em formato de retângulo. Fundo azul claro anunciando a audiência pública. À esquerda, detalhes de folhas verdes, flores e um ramo vegetal inclinado, no qual no início, uma pequena lagarta verde. Em seguida, duas borboletas grandes e algumas menores. Na parte superior, nos cantos direito e esquerdo, borboletas coloridas. Centralizado, ao alto, caixa alta, em branco – Estatuto da Pessoa com Deficiência. Abaixo, letras menores – Lei Brasileira de Inclusão, desafios para a concretização de direitos, Lei nº 13.146, de 2015. Alinhado à direita, a data, horário e local – 22 de setembro, 14h30 às 17h30, Espaço de Convergência da Assembleia Legislativa. À esquerda em branco– Promoção: Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, Presidente Senador Paulo Paim e Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa RS, Presidente Deputado Nelsinho Metalúrgico. O nome dos parlamentares em laranja. No rodapé, uma barra azul escuro. Em branco, alinhado à esquerda – Realização: COEPEDE – Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, COMDEPA – Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre. Apoio: Ministério Público do RS, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no RS, Ministério do Trabalho e Emprego, Faders/RS, SJDH/RS – Coord. de Políticas p/PCDs e SMACIS. Alinhado à direita, caixa alta – Comemoraremos também o Dia Nacional de Luta das Pessoas com Deficiência (21/09). Fim da descrição.





Senador Paim diz que é preciso levar avanços legais ao cotidiano das pessoas com deficiência 




(Notícia postada em 22.09.2016 no site do senador Paulo Paim. Para acessar a notícia no site original, clique AQUI)

Sancionada há um ano pela ex-presidenta Dilma Rousseff, a Lei Brasileira da Pessoa com Deficiência ou Estatuto da Pessoa com Deficiência foi objeto de debate hoje (22) à tarde, no Parlamento gaúcho. O evento, promovido pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa e pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, contou com a presença do senador Paulo Paim (PT/RS), autor da lei, e de representantes de entidades ligadas à causa das pessoas com deficiência. 

O Estatuto da Pessoa com Deficiência trata da acessibilidade e da inclusão em educação, saúde e trabalho e ajusta a legislação brasileira à Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. “Há leis que são criadas para suprir lacunas. Outras, para corrigir equívocos. E ainda há as que nascem para compensar erros históricos. O Estatuto da Pessoa com Deficiência cumpre os três objetivos”, apontou Paim. 

Concebido para oferecer às pessoas com deficiência uma ampla rede de acesso ao convívio social, o estatuto beneficia 45 milhões de brasileiros. Parte das normas previstas já estão em vigor. Outras, no entanto, ainda não foram implementadas. “Nosso principal desafio é fazer com que os avanços legais façam parte do cotidiano das pessoas. Isso será uma verdadeira revolução no campo da inclusão”, enfatizou.

No rol das medidas que já estão em vigência, o senador citou a proibição de cobrança de taxa adicional para deficientes em matrículas na rede particular de ensino, a utilização do FGTS para aquisição de órteses e próteses e o ensino de Libras em escolas inclusivas. Por implementar, elencou a acessibilidade universal, a instituição de programas de capacitação nas empresas e o acompanhamento do histórico de matrículas em instituições de ensino para evitar recursos sob o pretexto de falta de vagas.

Transporte e aposentadoria

O presidente da Comissão de Segurança e Serviços Públicos, Nelsinho Metalúrgico (PT), afirmou que a Assembleia Legislativa vem sendo desafiada a colaborar na busca de soluções para os problemas enfrentados pelas pessoas com deficiência. As dificuldades para a utilização do transporte coletivo são, segundo ele, queixas recorrentes. “O prazo para a vigência da lei da acessibilidade universal encerrou em 2014, mas a situação permanece inalterada, o que nos levou a encaminhar representações ao Ministério Público Estadual e ao Ministério Público Federal”, revelou.

Nelsinho citou também a falta de regulamentação da aposentadoria especial dos servidores públicos com deficiência. “O servidor público, após cumprido o tempo de serviço, não consegue fazer valer o seu direito porque a lei não foi regulamentada. A espera pela regulamentação já dura onze anos”, frisou.

Medidas previstas

A Lei Brasileira da Pessoa com Deficiência prevê ainda que empresas a partir de 50 empregados reservem pelo menos uma vaga para pessoas com deficiência ou reabilitadas e que, no mínimo, 10% das vagas em processos seletivos para o Ensino Superior sejam destinadas a este público. Proíbe também os planos de saúde de praticarem qualquer tipo de discriminação à pessoa em virtude de sua deficiência.

No tocante à acessibilidade, a nova lei reserva que 3% das casas fabricadas com recursos de programas habitacionais do governo e 2% das vagas em estacionamentos para pessoas com deficiência. Determina ainda a adaptação de 10% das frotas de táxi, além da implantação de espaços e assentos adaptados em teatros, cinemas, auditórios e estádios.

A atividade contou com a participação de alunos da Escola Especial Frei Pacífico, que interpretaram o Hino Nacional na Linguagem de Libras.

Olga Arnt - MTE 14323 | Agência de Notícias - 16:58-22/09/2016 - Edição: Letícia Rodrigues - MTE 9373 





#pracegover: foto mostra visão geral do Espaço de Convergência da Assembleia Legislativa em que aconteceu a audiência pública, com pessoas sentadas junto às mesas dispostas em U, outras pessoas ao redor, e a tradutora de libras no centro. No fundo, no centro do U, está sentado o senador Paulo Paim. Atrás há banners. Em primeiro plano da foto, aparece a capa da publicação do Estatuto da Pessoa com Deficiência, onde se lê, sobre fundo azul claro, em letras brancas: ESTATUTO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA, LEI BRASILEIRA DE INCLUSÃO, LEI Nº 13.146, DE 2015, cercado de desenhos de borboletas coloridas de vários tamanhos que parecem subir pelo  lado direito até o alto da capa, e estão também no lado esquerdo, da metade para cima da capa. 





#pracegover: Na foto, Liza Cenci (à esquerda), presidenta do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência (COMDEPA), e Cristina Mazuhy (à direita), representando o Tribunal de Justiça, que integram o Grupo Inclusivass, entregam a Cartilha de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos das Mulheres com Deficiência e a Carta das Mulheres com Deficiência para o senador Paulo Paim (ao centro, segurando a Cartilha e a Carta). À esquerda, ao lado de Liza, o presidente da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia Legislativa do RS, Nelsinho Metalúrgico, observa.






PARA MAIS FOTOS DA AUDIÊNCIA PÚBLICA, CLIQUE AQUI




quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AGENDA: Fórum Técnico de Construção das Diretrizes do Plano Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência



#pracegover: participantes sentados em primeiro plano, autoridades e palestrante em segundo plano, ao fundo da imagem.






Texto publicado no site da FADERS

Na quarta-feira, 21 de setembro, data dedicada a celebração do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, a Faders Acessibilidade e Inclusão organizou o Fórum Técnico de Construção das Diretrizes do Plano Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência.

A palestra de de abertura tratou dos planos sobre direitos da pessoa com deficiência no Brasil e sua construção histórica, onde foi abordado como os mesmos tem sido tratados pelos diferentes governos. "Em políticas setoriais como educação, cultura e saúde, temos já uma trajetória de elaboração de planos na união, estados, Distrito Federal e municípios, mas com relação a pessoa com deficiência, ainda estamos em processo de aprendizagem. O Plano Viver sem Limite foi a primeira grande experiência nacional que tratou do tema. O RS estará assim, se desafiando a elaborar um plano com participação social em todas as etapas, garantindo a transversalidade, intersetorialidade e a interinstitucionalidade.", afirma o palestrante e técnico da Faders, Jorge Amaro.

Os dez eixos foram debatidos com gestores estaduais, municipais, conselhos e sociedade civil. Um dos temas destacados foi a necessidade de formação permanente para abordagem com cidadania assim como campanhas de sensibilização da sociedade sobre o tema. Da mesma forma, o combate a violência, sobretudo da mulher, com deficiência que tem múltiplas vulnerabilidades.

Um dos consensos estabelecidos é que o Plano seja algo factível e que atenda os principais anseios das pessoas com deficiência, da mesma forma, que, possa ser assumido plenamente por todos os órgãos do Estado. “O objetivo é mostrar que a acessibilidade e a inclusão fazem parte de uma postura e uma cultura que a sociedade deve assumir.”, explica o presidente da Faders Acessibilidade e Inclusão, Roque Bakof.

Os próximos passos serão a instituição do Comitê Gestor, elaboração da Minuta do Plano, apresentação ao COEPEDE, Consulta Pública, aprovação do Plano Estadual, implementação do Plano Estadual e monitoramento e Avaliação do Plano Estadual.

O Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência – TODOS PELA ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO, será o instrumento que estabelece ações articuladas entre os órgãos da administração pública estadual de forma intersetorial e transversal na perspectiva dos direitos humanos, tendo como fundamentos normativos e teóricos, dentre outros: A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007, A Consolidação de Leis da Pessoa com Deficiência.(é o marco legal estadual que está em vigor), a “Declaração da década (2006-2016) das Américas pelos direitos e pela dignidade das pessoas com deficiência” da Organização dos Estados Americanos (OEA), o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Plano Viver sem Limite, as Conferências Nacionais e Estaduais dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.


Para acessar o texto original, clique AQUI. 







terça-feira, 20 de setembro de 2016

AGENDA: O QUE VOCÊ VÊ?


A exposição "O que você vê?" celebra o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado em 21 de setembro. Idealizada por Fernando Schmitt, em conjunto com a audiodescritora Letícia Schwartz e a produtora Magali Hochberg, a mostra interativa fica disponível no Canoas Shopping, em Canoas (RS), até domingo, dia 25 de setembro de 2016.

Josiane França, do Grupo Inclusivass, é uma das monitoras do projeto.




EXPOSIÇÃO
O que você vê?

Período: 16 a 25 de setembro de 2016
Horário: de segundas a sábados, das 10h às 22h, domingos e feriado das 11h30min às 22h
Local: primeiro piso do Canoas Shopping





#pracegover: da esquerda para a direita, estão em pé Magali, Brenda, Josiane, Letícia, Ludmila, Paulo e Fernando. Todos estão em frente à estrutura expositiva onde se lê O QUE VOCÊ VÊ? e se vê parte da obra com fotos em que a Brenda aparece. Todos olham para a câmera sorrindo e fazem com a mão o sinal de paz e amor, em LIBRAS




Confira abaixo parte da reportagem publicada no jornal Zero Hora do dia 17 de setembro de 2016:

#pracegover: reprodução de foto de Pedro Molnar, da Agência RBS, publicada junto com a reportagem. Mostra, em primeiro plano, uma menina de cabelos compridos castanhos com um fone de ouvido. As duas mãos estão segurando os fones junto aos ouvidos. E ela tem uma expressão de surpresa. Atrás dela aparece uma monitora e um painel com fotos sem foco. Fim da descrição. 



Estímulo à acessibilidade


Em Canoas, exposição provoca a ver com os ouvidos e ouvir com os olhos




Dentro do período do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, Canoas Shopping recebe mostra interativa até o dia 25

Por: Vanessa Kannenberg
17/09/2016 - 18h52min | Atualizada em 20/09/2016 - 10h54min


Uma instalação formada por paredes brancas, preenchidas por telas, fones de ouvido, obras de arte e fotografias, chama a atenção de quem passa pelo térreo do Canoas Shopping .

— Você consegue ouvir a paisagem? — pergunta um letreiro, sobre a foto borrada de uma paisagem.

Diante da imagem, o funcionário de logística Eduardo Nunes Lopes, 37 anos, fica na dúvida. Titubeia e chuta:

— A sombra de uma plataforma?

Convidado por um monitor a colocar os fones, ele houve a audiodescrição da imagem. E então tem certeza: escuta barulho de vento, de um trem chegando e identifica a paisagem que está acostumado a transitar todos os dias para se locomover ao trabalho — uma estação de trem.

Essa é uma das sete estações da exposição "O que você vê?", que celebra o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, comemorado no dia 21 de setembro.




Leia a reportagem completa clicando AQUI

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

INCLUSIVASS no diálogo sobre SUS e atendimento de Saúde na Escola de Enfermagem da UFRGS



Cristina Mazuhy e Ewelin Canizares representaram o Grupo Inclusivass no encontro realizado em 15 de setembro no auditório da Escola de Enfermagem da UFRGS. Na ocasião, apresentaram a Cartilha "Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos" e falaram das dificuldades enfrentadas pelas mulheres com deficiência no atendimento de saúde.

A troca de experiências foi organizada por alunas e alunos do Curso de Saúde Coletiva da UFRGS com o objetivo de aproximar estudantes e professor@s dos movimentos sociais para discutir a Saúde e o atendimento do SUS.

Participaram do encontro, como palestrantes, além de Cristina e Ewelin, Andrea Gabech, da Associação de Doulas do Rio Grande do Sul; Maria Luísa Pereira de Oliveira, representando o Sempre Mulher; Naiara Malavolta Saupe, servidora federal e integrante da Marcha Mundial de Mulheres; e Demétrio, representante do jornal Boca de Rua.

Caroline Bastos, estudante de Saúde Coletiva, lembrou que este curso existe há cerca de oito anos e busca atuar na área de vigilância sanitária, gestão de saúde e elaboração de políticas públicas. Mas vai além disso. O objetivo é promover a saúde, não só prevenir doenças.


#pracegover: acompanham este post duas fotos. Na foto acima, mais geral, aparecem as/o palestrante mais à direita, na frente, sentadas/o, e pessoas na plateia. Na foto abaixo aparecem apenas as/o palestrantes. Da esquerda para a direita: Cristina, Ewelin, Maria Luísa, Andrea, Naiara e Demétrio. Cristina e Ewelin estão segurando exemplares da Cartilha. Ewelin está falando ao microfone.