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quarta-feira, 5 de abril de 2017

CONVITE: 1ª Conferência Livre da Saúde das Mulheres com Deficiência

O Grupo Inclusivass, formado por mulheres com deficiência, que já está no seu terceiro ano de atuação, realizará sua 1º Conferência Livre de Saúde das Mulheres com Deficiência. Fomos provocadas, especialmente, pela inexistência de políticas de saúde que deem conta das especificidades que permeiam a saúde das mulheres com deficiência e os serviços aos quais não temos acesso de forma integral. Buscamos desta forma trazer as demandas, para que possamos participar da I Conferência Municipal da Saúde das Mulheres, em Porto Alegre, e na sequencia, a Conferência Estadual e Nacional, a qual realizou chamada sem constar nos eixos a temática da mulher com deficiência.   Abordaremos, de acordo com o disposto no Regimento da conferência Municipal, os seguintes eixos:  III - Vulnerabilidades e equidade na vida e na saúde das mulheres; IV - Políticas públicas para as mulheres e a participação social;  Descrição da imagem: Em um fundo branco, em letras roxas, Primeira Conferência da Saúde das Mulheres com Deficiência, ao lado logotipo das Inclusivass. Abaixo em letras pretas, Vulnerabilidade e equidade na vida e na saúde das mulheres, seguido de Politicas Públicas para as mulheres e participação social. Logo abaixo, Dia 13 de abril de dois mil e dezessete. Horário Dezessete horas e trinta minutos, Local Assembleia legislativa do Rio Grande do Sul, Sala Adão Preto. Abaixo estão os logotipos do Coletivo Feminino Plural, Instituto Avon, Fundo Social Elas, Conselho Municipal de Saúde e Eles por Elas. Na barra final da imagem, desenhos de diversas mulheres, todas de mãos dadas, em cores diversas, amputadas, obesa, na cadeira de rodas.   Grupo Incluisivass
Descrição da imagem acima #PraCegaVer e #PraCegoVer
Em um fundo branco, em letras roxas, Primeira Conferência da Saúde das Mulheres com Deficiência, ao lado logotipo das Inclusivass. Abaixo em letras pretas, Vulnerabilidade e equidade na vida e na saúde das mulheres, seguido de Políticas Públicas para as mulheres e participação social. Logo abaixo, Dia 13 de abril de dois mil e dezessete. Horário Dezessete horas e trinta minutos, Local Assembleia legislativa do Rio Grande do Sul, Sala Adão Preto. Abaixo estão os logotipos do Coletivo Feminino Plural,Instituto Avon, Fundo Social Elas, Conselho Municipal de Saúde e Eles por Elas. Na barra final da imagem, desenhos de diversas mulheres com deficiência. Final da descrição.

O Grupo Inclusivass, formado por mulheres com deficiência, que já está no seu terceiro ano de atuação, realizará sua 1º Conferência Livre de Saúde das Mulheres com Deficiência.
Fomos provocadas, especialmente, pela inexistência de políticas de saúde que dêem conta das especificidades que permeiam a saúde das mulheres com deficiência e os serviços aos quais não temos acesso de forma integral.
Buscamos desta forma trazer as demandas, para que possamos participar da I Conferência Municipal da Saúde das Mulheres, em Porto Alegre, e na sequencia, a Conferência Estadual e Nacional, a qual realizou chamada sem constar nos eixos a temática da mulher com deficiência.

Abordaremos, de acordo com o disposto no Regimento da conferência Municipal, os seguintes eixos:

III - Vulnerabilidades e equidade na vida e na saúde das mulheres;
IV - Políticas públicas para as mulheres e a participação social;

Dia:13/04/17
Local: Assembleia Legislativa do RS, sala Adão Pretto
hORÁRIO: 17:30

O evento contará com intérprete de LIBRAS e audiodescritora.
Apoio:
Mariana Alencastro, Cristina Kenne e Desenvlover


Grupo Inclusivass



quinta-feira, 15 de setembro de 2016

INCLUSIVASS no diálogo sobre SUS e atendimento de Saúde na Escola de Enfermagem da UFRGS



Cristina Mazuhy e Ewelin Canizares representaram o Grupo Inclusivass no encontro realizado em 15 de setembro no auditório da Escola de Enfermagem da UFRGS. Na ocasião, apresentaram a Cartilha "Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos" e falaram das dificuldades enfrentadas pelas mulheres com deficiência no atendimento de saúde.

A troca de experiências foi organizada por alunas e alunos do Curso de Saúde Coletiva da UFRGS com o objetivo de aproximar estudantes e professor@s dos movimentos sociais para discutir a Saúde e o atendimento do SUS.

Participaram do encontro, como palestrantes, além de Cristina e Ewelin, Andrea Gabech, da Associação de Doulas do Rio Grande do Sul; Maria Luísa Pereira de Oliveira, representando o Sempre Mulher; Naiara Malavolta Saupe, servidora federal e integrante da Marcha Mundial de Mulheres; e Demétrio, representante do jornal Boca de Rua.

Caroline Bastos, estudante de Saúde Coletiva, lembrou que este curso existe há cerca de oito anos e busca atuar na área de vigilância sanitária, gestão de saúde e elaboração de políticas públicas. Mas vai além disso. O objetivo é promover a saúde, não só prevenir doenças.


#pracegover: acompanham este post duas fotos. Na foto acima, mais geral, aparecem as/o palestrante mais à direita, na frente, sentadas/o, e pessoas na plateia. Na foto abaixo aparecem apenas as/o palestrantes. Da esquerda para a direita: Cristina, Ewelin, Maria Luísa, Andrea, Naiara e Demétrio. Cristina e Ewelin estão segurando exemplares da Cartilha. Ewelin está falando ao microfone.



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

AGENDA: Lançamento da Cartilha “Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos”

#pracegover: Capa com bordas pretas, fundo em lilás, indo em degradê do lilás escuro ao branco. Acima, escrito em letras brancas, o título “Mulheres com Deficiência: Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos”. Abaixo, uma ilustração com três borboletas com contornos em branco, todas com o símbolo feminino (um círculo com uma cruz invertida) no centro, em branco: da esquerda para a direita, uma borboleta maior laranja, nesta um símbolo feminino lilás sobrepõe-se ao branco; uma borboleta média azul, e à direita uma borboleta menor em tons de rosa. Todas as borboletas com seus voos traçados em pontilhado nas cores respectivas. Embaixo, entre as borboletas azul e laranja, em letras roxas, e maiúsculas: GRUPO INCLUSIVASS.



"Viver a sexualidade com liberdade, podendo escolher parcerias, métodos contraceptivos e não sofrer discriminação é um direito de todas as pessoas. As mulheres com deficiências têm esses direitos violados e negados, pois se deparam com preconceitos e discriminação de gênero agravadas por terem corpos ou habilidades diferentes"
(TRECHO DA CARTILHA “Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos”)

A Cartilha “Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” foi lançada no dia 24 de agosto de 2016, no auditório do Sindicato dos Professores do Ensino Privado do RS (Sinpro/RS) em Porto Alegre. 


A foto mostra integrantes do Grupo Inclusivass, do Coletivo Feminino Plural e da Faculdades EST. Josiane, sentada, à esquerda, e Fernanda (a terceira sentada, da esquerda para a direita), estão com uma Cartilha nas mãos, mostrando para a câmera. 


 A Cartilha é uma realização do Grupo Inclusivass, Coletivo Feminino Plural e Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST. O lançamento, que integrou as atividades da XIX Semana da Pessoa com Deficiência de Porto Alegre e dos 10 anos da Lei Maria da Penha, contou com o apoio da Rede Feminista de Saúde Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos, do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher de Porto Alegre e do Sinpro/RS.

No Brasil, há 25.800.681 mulheres com deficiência, o equivalente a 26,5% da população, segundo dados do IBGE (Censo de 2010). No Rio Grande do Sul, são 3, 5 milhões de mulheres com deficiência.  

A Cartilha “Mulheres com Deficiência Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” traz informações sobre o que é e quais são os tipos de deficiência, e como se dá a interseção com violência de gênero, diversidade sexual, religião, direitos sexuais, direitos reprodutivos, direito de atenção à saúde, além de trazer uma lista de telefones e endereços úteis das redes de atendimento.



Acesse AQUI o conteúdo da Cartilha em PDF

Acesse AQUI o conteúdo da Cartilha em DOCx.
Acesse AQUI a descrição de imagens da Cartilha em DOCx.


Acesse AQUI o conteúdo da Cartilha em áudio.
Acesse AQUI a descrição de imagens da Cartilha em áudio.









Acesse AQUI as fotos do álbum de lançamento da Cartilha


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REPORTAGENS SOBRE O LANÇAMENTO DA CARTILHA:




FM CULTURA - PROGRAMA "CULTURA NA MESA"- 24/08/2016

Na foto, Vitória Bernardes 
A jornalista Mariana Baierle, da FM Cultura, entrevista a psicóloga Vitória Bernardes, do Grupo Inclusivass, sobre o lançamento da Cartilha "Mulheres com Deficiência: Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos". 

Clique AQUI para ouvir a entrevista.










TVE - RS - 24/08/2016


Clique AQUI para acessar o vídeo com a reportagem da TVE.  







JORNAL CORREIO DO POVO de Porto Alegre (RS) - 25/08/2016
#pracegover: reprodução da parte superior da página 22 do jornal Correio do Povo, editoria Geral. À esquerda, há publicações legais, com anúncios de Prefeituras, etc. À direita, ocupando três colunas, está a reportagem sobre o lançamento da cartilha. Título: "Deficiência - Lançada cartilha para conscientizar mulheres" Abaixo do título há uma foto, ocupando o espaço de duas colunas na esquerda da página, onde aparece o Grupo das Inclusivass posando para foto. Embaixo, está escrito: "Material alerta para as barreiras que são enfrenadas no cotidiano". Ao lado da foto, está escrito em letras maiores que o texto da reportagem: "Objetivo é destacar os problemas relacionados com a sexualidade e com a reprodução feminina". Em seguida, vem o texto da reportagem. 

Leia abaixo o conteúdo da reportagem: 

JORNAL CORREIO DO POVO, PÁGINA 22, QUINTA-FEIRA, 25 DE AGOSTO DE 2016

GERAL

DEFICIÊNCIA

Lançada cartilha para conscientizar mulheres

Objetivo é destacar os problemas relacionados com a sexualidade e com a reprodução feminina


O Grupo Inclusivass e a ONG Coletivo Feminino Plural, em parceria com o Programa de Gênero e Religião da Faculdade EST, lançaram ontem, na Capital, uma cartilha para conscientizar a sociedade sobre os direitos das mulheres com deficiência. O material alerta sobre as barreiras que as mulheres enfrentam em diferentes situações no seu cotidiano, especialmente em assuntos relacionados a sexualidade e a reprodução.
No Brasil, existem mais de 25,8 milhões de mulheres com algum tipo de deficiência, o equivalente a 26,5% da população. Somente no Rio Grande do Sul, são cerca de 3,5 milhões. “Grande parte delas estão dentro de casa, sem acessibilidade e sem conhecer realmente os seus direitos”, afirmou a coordenadora do Grupo Inclusivass, Carolina Santos.

Com o título "Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos", a cartilha foi elaborada pelas próprias participantes. “A nossa ideia é mostrar para a sociedade as várias violências que sofremos, tanto físicas quanto psicológicas, e empoderar outras mulheres sobre os direitos que elas têm”, observou a psicóloga e membro do Grupo Inclusivass, Vitória Bernardes.




SUL21 - 28/08/2016 - Acesse AQUI o conteúdo direto no site



E aqui, a íntegra do texto: 

28/ago/2016, 9h19min

Cartilha busca informar mulheres com deficiência sobre direitos sexuais e reprodutivos

A foto mostra integrantes do Grupo Inclusivass, do Coletivo Feminino Plural e da Faculdades EST. Josiane, sentada, à esquerda, e Fernanda (a terceira sentada, da esquerda para a direita), estão com uma Cartilha nas mãos, mostrando para a câmera | Foto: Inclusivass/ Divulgação


Débora Fogliatto

Constantemente invisibilizadas, as mulheres com deficiência sofrem com a falta de inclusão em políticas públicas e em serviços básicos, como os de saúde, e acesso a direitos. Foi a partir dessa consciência que o grupo Inclusivass e o Programa de Gênero e Religião da Faculdade EST, de São Leopoldo, com apoio do Coletivo Feminino Plural elaboraram a cartilha “Mulheres com deficiência: direitos sexuais e reprodutivos”. O documento foi lançado na última quarta-feira (24) e está disponível online em formato de texto e áudio-descrição. O objetivo geral é trazer conhecimento para as próprias mulheres com deficiência, as quais muitas vezes desconhecem seus direitos sexuais e reprodutivos.

A cartilha traz informações sobre o que é e quais são os tipos de deficiência, como se dá a intersecção com violência de gênero, além de informar sobre diversidade sexual, religião, direitos sexuais, direitos reprodutivos, direito de atenção à saúde, e conta ainda com uma lista de telefones e endereços úteis das redes de atendimento. No Brasil, há 25.800.681 de mulheres com deficiência, o equivalente a 26,5% da população feminina, segundo dados do IBGE (Censo de 2010). No Rio Grande do Sul, são 3,5 milhões de mulheres com deficiência. A cartilha aponta esses números e menciona também as legislações que abordam os direitos dessa população.

Cartillha cita direitos das mulheres com deficiência | Foto: Página da Cartilha/ Reprodução


A coordenadora do Inclusivass, Carolina Santos, relata que a ideia partiu de uma doutoranda do Programa de Gênero e Religião da Faculdade EST, Luciana Steffen, que sugeriu ao grupo. “O objetivo foi reunir todo o material possível sobre direitos sexuais e reprodutivos das mulheres com deficiência, que nos são negados muitas vezes. Por exemplo, quando escolhemos ser mãe somos julgadas pela sociedade, que nos vê como incapazes de ter filhos, cuidar e criar devido à deficiência”, explica Carolina. Além do preconceito social, há ainda a falta de acessibilidade em hospitais e clínicas, que por vezes não oferecem alternativas em exames e contam com profissionais despreparados, aponta ela.

Nesse sentido, a cartilha traz algumas necessidades observadas nos serviços de saúde: prioridade de atendimento; uso de linguagem adequada para a comunicação (libras, braile, leitura labial, etc); uso de aparelhos acessíveis, com mesas ginecológicas adaptadas; acesso a todas as informações em caso de gestação, sem medicalização desnecessária, com informações sobre os tipos de parto e sobre aborto legal em caso de violência ou risco de vida. Os serviços de atendimento em caso de violência também precisam ser acessíveis a essas mulheres, aponta Carolina.


As mulheres com deficiência cognitiva ou intelectual estão entre as que mais sofrem diversas violências, passando por isolamento familiar, social e educacional. “As mulheres com deficiência sofrem três vezes mais violência, e se deparam com despreparo nas áreas de atendimento”, lamenta. O texto explica que esta intersecção de vulnerabilidades deve ser observada pelas políticas públicas, lembrando que há penas maiores para quem agride mulheres com deficiência no Brasil. A cartilha traz, ainda, endereços e telefones de locais de atendimento para mulheres vítimas de violência em Porto Alegre e na região metropolitana.