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quarta-feira, 11 de março de 2020

Conferência Livre de Mulheres com Deficiência Preparatória para Conferencia de Mulheres e Pessoas com Deficiência.

Selfie de Raquel, Ewelin, Bruna e Josi.

O Movimento Feminista de Mulheres com Deficiência Inclusivass realizou na manhã de ontem(10/03/20) a Conferência Livre de Mulheres com Deficiência Preparatória para 6º Conferencia de Politicas para Mulheres e Conferência para Pessoas com Deficiência.
As Inclussivass atuam seis anos frente a garantia de direitos humanos e cidadania das mulheres com deficiência.
Nos sentimos provocadas com a atual situação em que se encontra os direitos das mulheres fundamentais para garantia ao acesso a serviços.
Nossa participação fomenta a construção e implementação de politicas públicas especificas que permeiam a saúde, educação, acesso a rede de enfrentamento das mulheres com deficiência e os serviços aos quais não temos acesso de forma integral.
Através desta Conferencia Livre, buscamos levar nossas demandas para as Conferencia que irão acontecer.

Inclusivass

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

INCLUSIVASS no 1º Encontro Estadual sobre Nanismo em Porto Alegre (RS)

Descrição da foto #PraCegoVer Lelei Teixeira está sentada em uma poltrona cor roxa, e tem na mão direita um microfone e na mão esquerda uma folha de papel. Ela parece estar lendo a folha de papel. A seu lado esquerdo aparece parte de outra pessoa sentada também. E, ao fundo, um pedaço de um banner com o símbolo do Estado do RS (fim da descrição).

A jornalista Lelei Teixeira, que escreve a coluna "Isso não é comum" (acesse aqui: http://issonaoecomum.sul21.com.br/) e integra o Grupo Inclusivass, falolu sobre MÍDIA E PRECONCEITO no 1º Encontro Estadual sobre Nanismo realizado em Porto Alegre (RS), no dia 3 de novembro de 2016, no auditório do Palácio da Justiça.

Confira aqui um trecho de sua apresentação:

Como lidar com o que chamamos de deficiência e tudo o que decorre dela, evitando o paternalismo, o fetiche, o clichê, o heroísmo, a vitimização, o estereótipo, o sensacionalismo ou o constrangimento? 
Há que se ter sabedoria para lidar com uma condição delicada, às vezes jogada em uma espécie de limbo, onde permanece intocável, invisível, pela dificuldade do enfrentamento.
A mídia, formadora de opinião para o bem e para o mal, tem um papel muito importante neste sentido: mostrar a vida como ela é, tratar de questões que envolvem a deficiência e o preconceito com naturalidade e verdade, denunciar, apontar leis que preservam os direitos das pessoas com alguma dificuldade, não alimentar mitos, nem transformar as pessoas diferentes em vítimas, super homens ou mulheres, guerreiros a serem admirados. 
Precisamos estar atentos aos efeitos do discurso dos meios de comunicação sobre a nossa condição. É necessário mostrar, instigar, fazer pensar, evitando o sensacionalismo e o desgastado discurso da superação, que não contribuem em nada para causa nenhuma.
Os anões são quase invisíveis e pouco lembrados como cidadãos e trabalhadores pela sociedade, pelos governos, pela imprensa.
Mas são absurdamente lembrados quando o assunto é fazer rir a qualquer custo.
Pela fala de alguns comunicadores, não é delegado ao anão um comportamento humano. Os comentários são típicos de quem só está interessado no estereótipo, na gargalhada fácil. Ironizam grosseiramente a condição de vida dos anões, demonstrando farta ignorância sobre a diferença e a deficiência. Precisam preencher um espaço, garantir a audiência, ser interessantes o tempo todo, num vale tudo cruel.

Descrição da foto #PraCegoVer À esquerda, aparece Lelei sentada, lendo um papel, e, a seu lado, quatro pessoas sentadas, todas participantes do painel sobre Mídia e Preconceito.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

AGENDA: Fórum Técnico de Construção das Diretrizes do Plano Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência



#pracegover: participantes sentados em primeiro plano, autoridades e palestrante em segundo plano, ao fundo da imagem.






Texto publicado no site da FADERS: 

Na quarta-feira, 21 de setembro, data dedicada a celebração do Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, a Faders Acessibilidade e Inclusão organizou o Fórum Técnico de Construção das Diretrizes do Plano Estadual de Direitos da Pessoa com Deficiência.

A palestra de de abertura tratou dos planos sobre direitos da pessoa com deficiência no Brasil e sua construção histórica, onde foi abordado como os mesmos tem sido tratados pelos diferentes governos. "Em políticas setoriais como educação, cultura e saúde, temos já uma trajetória de elaboração de planos na união, estados, Distrito Federal e municípios, mas com relação a pessoa com deficiência, ainda estamos em processo de aprendizagem. O Plano Viver sem Limite foi a primeira grande experiência nacional que tratou do tema. O RS estará assim, se desafiando a elaborar um plano com participação social em todas as etapas, garantindo a transversalidade, intersetorialidade e a interinstitucionalidade.", afirma o palestrante e técnico da Faders, Jorge Amaro.

Os dez eixos foram debatidos com gestores estaduais, municipais, conselhos e sociedade civil. Um dos temas destacados foi a necessidade de formação permanente para abordagem com cidadania assim como campanhas de sensibilização da sociedade sobre o tema. Da mesma forma, o combate a violência, sobretudo da mulher, com deficiência que tem múltiplas vulnerabilidades.

Um dos consensos estabelecidos é que o Plano seja algo factível e que atenda os principais anseios das pessoas com deficiência, da mesma forma, que, possa ser assumido plenamente por todos os órgãos do Estado. “O objetivo é mostrar que a acessibilidade e a inclusão fazem parte de uma postura e uma cultura que a sociedade deve assumir.”, explica o presidente da Faders Acessibilidade e Inclusão, Roque Bakof.

Os próximos passos serão a instituição do Comitê Gestor, elaboração da Minuta do Plano, apresentação ao COEPEDE, Consulta Pública, aprovação do Plano Estadual, implementação do Plano Estadual e monitoramento e Avaliação do Plano Estadual.

O Plano Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência – TODOS PELA ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO, será o instrumento que estabelece ações articuladas entre os órgãos da administração pública estadual de forma intersetorial e transversal na perspectiva dos direitos humanos, tendo como fundamentos normativos e teóricos, dentre outros: A Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007, A Consolidação de Leis da Pessoa com Deficiência.(é o marco legal estadual que está em vigor), a “Declaração da década (2006-2016) das Américas pelos direitos e pela dignidade das pessoas com deficiência” da Organização dos Estados Americanos (OEA), o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Plano Viver sem Limite, as Conferências Nacionais e Estaduais dos Direitos da Pessoa com Deficiência, e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.


Para acessar o texto original, clique AQUI.