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domingo, 4 de dezembro de 2016

Inclusivass na Campanha "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres" (novembro e dezembro de 2016)

EXPOSIÇÃO:
TODAS SÃO TODAS
“A beleza não pode ser roubada”

A exposição TODAS SÃO TODAS foi inaugurada em 5 de dezembro de 2016, às 18h, no Memorial do Legislativo, localizado na Rua Duque de Caxias, 1029, ao lado do Solar dos Câmara, em Porto Alegre (RS).

Período da mostra: de 5 a 9 de dezembro de 2016.

Confira fotos e informações sobre a Exposição TODAS SÃO TODAS clicando AQUI.

Na abertura do evento, Luciana Silveira Alberton – uma das mulheres retratadas na exposição e que aparece na foto abaixo - fez uma apresentação de dança.





Descrição da foto #PraCegoVer Imagem horizontal. Sob fundo desfocado, em primeiro plano, Luciana Alberton aparece de perfil até a altura do peito. Ela une os cotovelos e toca os ombros com as mãos.É uma moça de pele clara, de cabelos negros, lisos e longos, que escorrem por suas mãos em direção às costas. A cabeça está levemente inclinada para trás, usa óculos de armação larga preta, tem lábios finos e usa batom escuro. Veste uma camiseta preta de mangas claras e curtas. Atrás dela, imagem desfocada de uma parede clara com cadeiras, quadros e espelho.


A exposição marca o reconhecimento da presença das mulheres com deficiência na sociedade. É um convite para questionar o lugar de passividade atribuído a elas, e para construir novas visões através do seu protagonismo. 

Formada por 30 fotos, reúne imagens de 11 mulheres que se apresentam de corpo e alma para a lente da fotógrafa Daiane Peixoto. 

A mostra de fotos faz parte do projeto TODAS SÃO TODAS, que tem como objetivo promover a incorporação da perspectiva e das necessidades específicas das mulheres com deficiência às políticas existentes de enfrentamento à violência doméstica e às demais políticas públicas para as mulheres.





Confira a seguir outras atividades do Grupo Inclusivass dentro dos 16 DIAS DE ATIVISMO: 





Exibição do filme "Carol" seguida de debate 

Descrição da foto #PraCegoVer  Integrantes do Grupo Inclusivass, do Coletivo Feminino Plural e participantes do evento realizado na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul posam para uma foto coletiva atrás de um balcão disposto em formato de U onde está pendurado o banner do projeto TODAS SÃO TODAS. As integrantes do Grupo Inclusivass vestem camiseta com o logotipo do TODAS SÃO TODAS. Algumas estão segurando a Cartilha de Direitos Sexuais e Reprodutivos e o folder de apresentação do projeto TODAS SÃO TODAS. 


Para acessar todas as fotos deste evento, clique em https://www.facebook.com/media/set/?set=a.679789962188695.1073741849.359483010886060&type=1&l=c45aabac2c



Descrição da foto #PraCegoVer Foto de Carol Santos de lado,
com os olhos lacrimejando, emocionada, falando.


O filme "Carol" foi exibido no dia 29 de novembro de 2016 no Espaço de Convergência, sala Adão Pretto da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Dirigido por Mirela Kruel, o filme conta a história de vida de Carolina Santos, ou Carol, como é mais conhecida, coordenadora do Grupo Inclusivass e integrante do comitê do Observatório da Violência Obstétrica no Brasil.






Descrição da foto #PraCegoVer Integrantes do Grupo Inclusivass na frente de vidro da Adão Pretto onde se vê o brasão símbolo do Estado do Rio Grande do Sul. De pé, da esquerda para a direita: Ewelin, Deia, Josiane, Cristina, Regina. Sentadas, da esquerda para a direita: Vitória, Fernanda, Carol (que segura uma das mãos de Josiane) e Liza.


Descrição da foto #PraCegoVer A foto mostra parte do cabelo
branco de uma mulher, de costas, que folheia as páginas
da Cartilha


Após a apresentação do filme, as integrantes do Grupo Inclusivass apresentaram o projeto TODAS SÃO TODAS, de inclusão das mulheres com deficiência nas políticas de enfrentamento à violência doméstica e demais políticas, e falaram sobre a Cartilha "Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos".








A atividade integrou a Campanha 16 DIAS DE ATIVISMO pelo FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES. Foi uma promoção do Grupo Inclusivass, Coletivo Feminino Plural, HeforShe, e Procuradoria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa do RS


#PraCegoVer Abaixo, um trailer o filme "Carol"







A Cartilha "Mulheres com Deficiência - Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos" é uma realização do Grupo Inclusivass, Coletivo Feminino Plural e Programa de Gênero e Religião das Faculdades EST.

A Cartilha traz informações sobre o que é e quais são os tipos de deficiência, e como se dá a interseção com violência de gênero, diversidade sexual, religião, direitos sexuais, direitos reprodutivos, direito de atenção à saúde, além de trazer uma lista de telefones e endereços úteis das redes de atendimento.

A Cartilha está disponível para download em 
http://inclusivass.blogspot.com.br/p/documentos.html








CAMPANHA #NemUmaAMenos
 TODAS VIVAS!!



No dia 25 de novembro de 2016, integrantes do Grupo Inclusivass participaram das atividades unificadas pelo Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher



Descrição da foto #PraCegoVer Integrantes do Grupo Inclusivass e demais participantes da campanha unificada das mulheres caminham na Avenida Borges de Medeiros, em Porto Alegre (RS). Ewelin Canizares carrega o cartaz "Mulheres Sem Temer", Josiane França aparece um pouco atrás, ao lado de Florência, que carrega o cartaz "TODAS SÃO TODAS".

Confira mais fotos desta atividade clicando em
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.676644975836527.1073741848.359483010886060&type=1&l=44ef94e6c0







SAIBA MAIS SOBRE A CAMPANHA DOS 16 DIAS DE ATIVISMO:

Em 1991, mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres, dos Estados Unidos, iniciaram a Campanha “16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra a Mulher”, com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo.  O período escolhido para a Campanha é bastante simbólico, já que se inicia no dia 25 de novembro – declarado como o dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres – e finaliza no dia 10 de dezembro – dia Internacional dos Direitos Humanos. Desta forma, é feita uma vinculação entre a luta pela não violência contra as mulheres e a defesa dos direitos humanos.

No Brasil, a Campanha é realizada desde 1998, quando a ONG Coletivo Feminino Plural lançou as primeiras ações em Porto Alegre. Em 2003 até 2009, esta ação ganhou abrangência nacional, coordenada pela ONG Agende, e passou a ser comemorada sempre a partir dia 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, de forma a apoiar as mulheres negras em sua luta contra o racismo. Atualmente os movimentos tomam iniciativas e promovem as próprias ações.

(Fonte: Coletivo Feminino Plural - clique sobre o nome da entidade para acessar o site)



segunda-feira, 12 de setembro de 2016

INCLUSIVASS no III Congresso Internacional da Faculdades EST - "Nem tão doce lar"

#pracegover: foto mostra, à esquerda, parte de um prédio antigo, pintado em rosa e branco. Sobre fundo azul, se lê, em cima,com letras brancas: III Congresso Internacional da Faculdade EST . Na linha de baixo, em letra laranja, está escrito Tema e, em seguida, em letra cor branca, se lê Reforma: Tradição e Transformação. Abaixo, à direita, num quadrado laranja com letras brancas se lê 12-16 de setembro de 2016.


As integrantes do Grupo Inclusivass Carolina Santos e Josiane França (que aparecem na foto abaixo) participaram de uma oficina durante o III Congresso Internacional da Faculdade EST no dia 15 de setembro de 2016, na Faculdades EST, em São Leopoldo (RS).

Elas falaram sobre o tema "Mulheres com deficiência e violência" na oficina NEM TÃO DOCE LAR.



#pracegover: duas fotos, uma em cima da outra. Nas duas, aparecem Carolina Santos (à esquerda) e Josiane França (à direita). Elas estão sentadas. Atrás de Carolina se vê uma parte do banner com os desenhos do logotipo da Faculdades EST, e atrás de Josiane está o banner do TODAS SÃO TODAS. Na foto de cima, Carolina mostra a Carta (aberta) feita pelas Mulheres com Deficiência do Grupo Inclusivass. Na foto de baixo, Carolina mostra a capa da Cartilha de Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos das Mulheres com Deficiência. Josiane segura um papel branco na mão. 


 Na ocasião, foi apresentado o documentário "CAROL", seguido de debate. 

#pracegover: na foto, um telão com a imagem congelada da capa do filme CAROL. Aparece o nome do filme, uma cadeira de roda estilizada, a palavra filme e configurações.





quarta-feira, 7 de setembro de 2016

INCLUSIVASS no 44º Festival de Cinema de Gramado (RS): conquistando espaços de acessibilidade


#pracegover: reprodução de página do jornal Correio do Povo de Porto Alegre (RS). Caderno de Sábado, 3 de setembro de 2016. Festival de Cinema: Os avanços em Gramado. Texto ocupa quatro colunas, é assinado por Adriana Androvandi e é ilustrado por foto em que aparece Carol Santos e Karine Emerich na frente de um cartaz onde se lê a palavra CINEMA.


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Acesse AQUI fotos da participação de Carolina Santos na Mostra de Curtas e da participação de Josiane França na sessão de audiodescrição do Festival de Cinema de Gramado

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Confira abaixo o texto sobre participação do filme "Carol" no Festival de Cinema de Gramado publicado na versão online do jornal Correio do Povo:





Festival de Gramado registra avanços na acessibilidade
Debates sobre inclusão também ganharam espaço na programação

Adriana Androvandi
         

A atenção com portadores de necessidades especiais foi um ponto positivo do 44º Festival de Cinema de Gramado, que termina neste sábado. Isso pôde ser visto na apresentação do curta-metragem "Carol", de Mirela Kruel. A protagonista do documentário, Carol Santos, conta sua história no filme e esteve presente no festival.

Ela foi vítima da violência de um namorado, que, inconformado com o término do relacionamento, atirou em Carol, fazendo que ela perdesse o movimento das pernas. Para subir ao palco e falar do filme, ao lado da produtora Karine Emerich, foi colocada para Carol uma rampa motorizada. "Foi uma grande surpresa o tratamento que recebi. Um mês antes do início do Festival, entraram em contato comigo para saber quais as minhas necessidades. Colocaram um elevador adaptado para que eu subisse ao palco. Foi muito importante para mim, pois imagine o que seria eu ser carregada no colo. E teriam de carregar minha cadeira também, que é motorizada e pesa 80 quilos. Ia ser complicado", avaliou.

Carol é coordenadora do grupo "Inclusivass", que tem parceria com o Coletivo Feminino Plural e luta pelo inclusão das mulheres portadoras de deficiências. Apesar das iniciativas de audiodescrição que vem aumentando ano a ano no evento, Carol reclamou que ela devia se estender a todas as sessões e não apenas a algumas. Ela teve de descrever os outros curtas para o seu companheiro, Helio Passos, que é cego e lhe acompanhava na cidade.

Carol também se queixou dos banheiros do Palácio dos Festivais, de difícil acesso para cadeirantes. Na sessão de debates dos curtas gaúchos, Helio levantou a questão de não apenas se falar sobre da acessibilidade, mas de as equipes também contratarem profissionais portadores de necessidades especiais.

A secretária municipal de Turismo de Gramado, Rosa Helena Volk, explica que o Cine Embaixador-Palácio dos Festivais é uma Sociedade Anônima da qual a prefeitura é acionista e admite o problema. Mas vem com boas notícias. Assim que o festival terminar, terá início o processo de revitalização do cinema, que levará em conta todas as questões de acessibilidade, com reforma dos quatro banheiros e dos camarins. E salientou que há banheiros e acesso ao Museu de Cinema, inaugurado recentemente, pela galeria ao lado do Palácio.

Já o acesso ao palco, ela ressalta que foi iniciativa da organização do festival. "Durante o ano, como o local funciona como cinema, normalmente não se sobe lá", observou. Dentre as iniciativas de inclusão, também merece nota as sessões com audiodescrição ao vivo do curta "Memória da Pedra" e "El Mate", ocorrida na quarta-feira, no Palácio dos Festivais.  Foi a primeira vez que o curta-metragem que abre a noite esteve acessível ao público cego ou com baixa visão.

A produção de acessibilidade foi da Ovni Acessibilidade Universal, com apoio da Fadergs e da Agade. "Nosso trabalho no Festival começou em 2012, com o longa 'Colegas' e continuou nas edições seguintes", explicou Mimi Aragón, da Ovni. Ela comemora que a cada ano vem aumentando a participação dos portadores de necessidades especiais entre a plateia, inclusive com ônibus fretados levando pessoas de outras cidades até Gramado. "Não avançamos tudo o que poderíamos, mas estamos somando esforços", concluiu Mimi.

Também foi possível debater inclusão e acessibilidade em um encontro, realizado também na quarta-feira, na Sociedade Recreio Gramadense, com a Mesa "Cinema, Inclusão e Acessibilidade". As atividades complementaram uma programação paralela que contou ainda com a exibição de “Cromossomo 21”, de Alex Duarte. O longa-metragem conta a história de Vitória, uma jovem com Síndrome de Down que vive um romance com o sonhador Afonso, um garoto sem a síndrome. E a sessão contou com uma plateia de espectadores também com Síndrome de Down, que passaram com alegria pelo tapete vermelho.



Acesse AQUI o texto online