segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cadeirante desabafa na internet após se arrastar para entrar em avião no PR

A imagem mostra a nota feita em uma rede social e a foto.


Ela conta que teve dificuldade para embarcar por falta de equipamentos. Katya da Silva disse que relatou caso para que estrutura seja melhorada.
A cadeirante Katya Hemelrijk da Silva diz que precisou se arrastar pelas escadas de uma aeronave da GOL Linhas Aéreas Inteligentes para poder embarcar na manhã de segunda-feira (1º), quando seguia de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, para São Paulo. Segundo Katya, que é coordenadora de comunicação, o transtorno foi causado por falta de equipamentos adequados para o embarque de deficientes. O problema foi relatado em uma postagem na internet.
Portadora de Osteogenisis Imperfeita, doença conhecida como ‘Ossos de Vidro’, ela relatou que no momento do embarque a companhia não contava com uma stair trac ou uma ambulift – equipamentos utilizados para o transporte de deficientes até o interior dos aviões. “Só não foi pior porque a tripulação e os demais funcionários estavam tão indignados quanto nós e nos ajudaram no que foi preciso, inclusive a resgatar a mala que já estava despachada para que eu pegasse uma calça”, escreveu.
“O fato de ser carregada por qualquer pessoa, inclusive pelo meu marido em uma situação como essa (escada íngreme, com piso de alumínio e úmida devido ao sereno da madrugada), gera um risco que eu não estou disposta a correr”, afirmou ao explicar que a doença provoca fragilidade nos ossos. A subida sozinha, garante, foi a melhor opção encontrada já que “os movimentos estão sob meu controle e eu conheço meus limites”, completou.
O caso provocou polêmica e Katya fez uma nova postagem nesta terça (2) destacando que não pretende processar a companhia e que apenas queria chamar a atenção para que a estrutura para deficientes fosse melhorada. “Já conversei com a Cia Aérea GOL e disse que não tenho a mínima intenção em processar ou fazer nenhum tipo de sensacionalismo com a situação. Minha intenção é aproveitar o ocorrido para tentar ajudá-los a se estruturar melhor, frente às adversidades que podem aparecer em qualquer momento”, disse. “O que eu quero é que as pessoas tenham uma consciência e conhecimento maior sobre como lidar com pessoas com necessidades especiais, seja ela qual for.”

O G1 tentou contato com Katya, mas até a publicação desta matéria ela não havia retornado para comentar sobre o caso.

Melhorias
Em nota, a Gol diz lamentar o ocorrido e informou que o Stair Trac da base de Foz de Iguaçu não estava disponível para uso na manhã de segunda-feira e por isso não pôde ser utilizado durante o embarque do voo 1076. “A companhia tentou com as demais empresas conseguir o equipamento, o que também não foi possível, e ofereceu outras alternativas para a cliente, que optou por seguir sem a ajuda dos colaboradores da companhia”, destacou ao dizer ainda que “tomará as medidas necessárias para evitar que casos como este voltem a acontecer”.
Já a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), responsável pela administração do aeroporto de Foz do Iguaçu, observou que todas as obras feitas no terminal de passageiros recentemente foram executadas com base em requisitos de acessibilidade e que os procedimentos de embarque e desembarque de passageiros são de responsabilidade das empresas aéreas, podendo a Infraero oferecer suporte de infraestrutura quando necessário.”
A assessoria de imprensa da estatal adiantou ainda que a resolução 280/2013 da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) determina que a partir de 2015 a administração dos aeroportos deverá oferecer o equipamento para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. “No momento não há previsão de instalação de pontes de embarque no aeroporto de Foz do Iguaçu. Entretanto foi concluído o processo de aquisição de 15 ambulifts”, melhoria que deve atender também o terminal da fronteira.


Fonte: G1

Vera Dayse Barcellos assumi diretoria do CONDIM, Ato de repúdio contra o deputado Bolsonaro

Vera Dayse esta falando.

Na última quarta-feira 10/12/14 Dia Internacional dos Direitos Humanos pela pare da manhã a Inclusivass Carolina Santos participou da posse de Vera Dayse Barcellos que assumiu a presidência do CONDIM ( Conselho Municipal dos Direitos da Mulher) e Leá Epping foi escolhida para representar o Coletivo Feminino Plural a posse acorreu na prefeitura de Porto Alegre e contou com a presença do prefeito José Fortunatti, entidades e a coordenadora do Coletivo Feminino Plural Telia Negrão.
Na foto Vera Dayse, Telia Negrão e duas companheiras.
Foto:Elaine Oliveira

O conselho possui como finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental voltadas à promoção dos direitos das mulheres e atuar no controle social de políticas públicas de igualdade de gênero.

Na foto pessoas reunidas.
Pela tarde a coordenadora do Coletivo Feminino Plural Telia Negão, Luisa Gabriela Ponto de Cultura  Arte e Expressão do Coletivo e Carolina Santos das Inclusivass foram participar do ato contra o ataque de repúdio ao deputado  Bolsonaro que com palavras que ferem os direitos das mulheres atacou a deputado Maria do Rosário dizendo:Não lhe estrupo porque você não merece.

Na foto mulheres reunidas uma ao lado da outra com cartazes.
Foto:Luis Avilla

Na foto Carolina Santos, Luisa Grabiela e outras participantes com cartazes na mão.
Participantes seguram cartazes na mão


                           QUE NENHUMA MULHER TENHA SEU DIREITO VIOLADO.





quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Inclusivass no Programa Cidadania

Na foto da esta a apresentadora Mariana Baierle, Carolina Santos e Fernanda Vicari


No dia 04/12/14 as INCLUSIVASS Carolina Santos e Fernanda Vicari participaram do programa Cidadania falando da cata entregue ao governador, recorte de gênero, inclusão, saúde e contando como surgiu o grupo.



Assista o vídeo abaixo:






terça-feira, 9 de dezembro de 2014

As Políticas da SPM para mulheres com deficiencia

Secretária de Políticas para as Mulheres

   II Fórum Mineiro
XII Congresso das Apaes

Belo Horizonte, 11/10/2013


As políticas da SPM para mulheres com deficiência
Maria de Lourdes Rodrigues
Coordenadora Geral da Diversidade
Secretaria de Articulação Institucional e Ações Temáticas
Secretaria de Política para a Mulheres da Presidência da República
Lurdinha.rodrigues@spm.gov.br
Spm@spm.gov.br


SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES – SPM/PR

Criada em 2003 para garantir o direito das mulheres.
Formulação, coordenação e articulação de políticas para as mulheres.
Articulação com os ministérios e demais órgãos do governo federal para a implementação dessas políticas em todos os níveis

Marco legal
  • Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência 
  • Homologada pela ONU em 2006 
  • Ratificado como norma constitucional em 2008 
Marco para o fortalecimento dos direitos Garante a acessibilidade para participação
Novo paradigma: a sociedade é que é deficiente ao não se adaptar para incluir as pessoas com deficiência

Marco legal
  • Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Artigo 6º
  • Mulheres e Meninas com deficiência estão sujeitas a múltiplas formas de discriminação
  • Os estados signatários tomarão medidas para assegurar às mulheres e meninas com deficiência o pleno e igual exercício de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais; e
  • Medidas apropriadas para assegurar o pleno desenvolvimento, o avanço e o empoderamento das mulheres..
Marco legal
  • Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Artigo 16º
  • Prevenção contra exploração, violência e abuso
Os estados signatários se comprometem a tomar medidas apropriadas de natureza legislativa, administrativa, social, educacional e outras para proteger as pessoas com deficiência, tanto dentro como fora do lar, contra todas as formas de exploração, violência e abuso, incluindo os relacionados a gênero.


Relatório Internacional de Mulheres com Deficiência
  • Violência contra as mulheres com Deficiencia Situações específicas denunciadas
  • isolamento forçado, confinamento e ocultação dentro da casa da própria família; 
  • aplicação forçada e coercitiva de drogas psicotrópicas ou colocação de drogas na comida; 
  • internação forçada e coercitiva; 
  • contenção e isolamento em instituições; 
  • criação de situações pretextadas para fazer a mulher parecer violenta ou incompetente a fim de justificar sua internação e privação da capacidade legal; 
  • negação das necessidades e negligência intencional; 
  • retenção de aparelhos de mobilidade, equipamentos de comunicação ou medicação que a mulher toma voluntariamente; 
  • ameaças para negligenciar ou cancelar apoios ou animais assistentes; 
  • colocação de mulheres em desconforto físico ou em situações constrangedoras por longo período de tempo; 
  • ameaças de abandono cometidas por cuidadores; 
  • violações de privacidade; 
  • estupro e abuso sexual cometidos por membro da equipe ou por outro paciente internado em instituições; 
  • restrição, desnudamento e confinamento solitário que replica o trauma do estupro” 

Relatório Internacional de Mulheres com Deficiência
Subnotificação e invisibilidade dos casos de violência contra a mulher

Lei Maria da Penha
Lei 11.340/2006
Pune o agressor de mulheres com deficiência adicionando um terço a mais em sua pena

Central Ligue 180 – SPM-PR

Disque 100 – SDH-PR

Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiênciahttp://www.pessoacomdeficiencia.gov.br

  • Educação – estados devem garantir sistema educacional inclusivo em todos os níveis
  • Escolas públicas recebem em dobro por aluno com deficiência (podem repassar recursos para APAEs, por exemplo, para que garantam o atendimento educacional especializado AEE)
  • Professores da rede pública estão recebendo capacitação 
  • Número de alunos com deficiência na escola aumentou expressivamente
Benefícios
-Vacinas especiais

-Prioridade de atendimento (repartições públicas e concessionárias de serviços públicos, instituições financeiras, reserva de assento em transporte público - fila, vaga em creche, etc - Lei 10.048/2002

-Reabilitação – CRAS – APAEs

-BPC (Lei Organica da Assistência Social)


AS MULHERES COM DEFICIÊNCIA NA CONSTRUÇÃO DAS POLÍTICAS
Participação das mulheres com deficiência nas Conferências:

de Politicas para as Mulheres, com destaque para última conferência, em 2011
Eixo 10 – PNPM “Igualdade para as mulheres jovens, idosas e mulheres com deficiência dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com destaque para a conferência, em 2012
Em 2012, Ministra Eleonora Menicucci criou a Coordenação Geral da Diversidade, visando à efetiva implementação do Plano nacional de Políticas para as Mulheres, considerando, entre outros segmentos, as jovens, idosas e com deficiência.
Mulheres com deficiências enfrentam desafios maiores: preconceitos e estereótipos, histórias de exclusão e violências, que limitam suas vidas, dificultam o acesso ao mercado de trabalho, à saúde e à educação.


PLANO NACIONAL DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES 2013-2015
Princípios e Diretrizes da Política Nacional para as Mulheres

  • Igualdade e respeito à diversidade 
  • Equidade 
  • Autonomia das mulheres 
  • Laicidade do Estado 
  • Universalidade das políticas 
  • Transversalidade 
  • Transparência dos atos públicos 
  • Participação e controle social 
  • Promover a valorização e o reconhecimento da contribuição das mulheres do campo, da floresta, das comunidades tradicionais e das mulheres com deficiência para o desenvolvimento econômico do país

Linhas de ação:
Promoção da inserção e da permanência das mulheres em relações formais de trabalho não discriminatórias em razão do sexo, raça, etnia, classe social, orientação sexual, geração ou deficiência, com igualdade de rendimentos e fomento à ascensão e à permanência nos cargos de direção

2. Educação para Igualdade e Cidadania

Objetivos
  • Contribuir para a redução da desigualdade de gênero e para o enfrentamento do preconceito e da discriminação por meio da formação de gestores/as, profissionais da educação e estudantes em todos os níveis e modalidades de ensino.
  • Consolidar na política educacional as perspectivas de gênero, raça, etnia, orientação sexual, geracional, das pessoas com deficiência e o respeito à diversidade em todas as suas formas, de modo a garantir uma educação igualitária e cidadã.
  • Promover o acesso e a permanência de meninas, jovens e mulheres à educação de qualidade

3. Saúde integral das mulheres, direitos sexuais e direitos reprodutivos
Promover a melhoria das condições de vida e saúde das mulheres, em todas as fases do seu ciclo vital, garantindo os direitos sexuais e os direitos reprodutivos, bem como os demais direitos legalmente constituídos; e ampliar o acesso aos meios e serviços de prevenção, assistência e promoção da saúde integral da mulher em todo o território brasileiro, sem discriminação de qualquer espécie, resguardadas as identidades e especificidades de gênero, raça, etnia, geração, classe social,

orientação sexual e mulheres com deficiência

4. Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres
  • Reduzir os índices de todas as formas de violência contra as mulheres
  • O Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência Contra a Mulher, lançado em agosto de 2007, como parte da Agenda Social do Governo.

  • O objetivo do Pacto - enfrentar todas as formas de violência contra as mulheres a partir de uma visão integral deste fenômeno - somente será possível por meio da integração da perspectiva das mulheres com deficiências em seu escopo.
As mulheres com deficiência são contempladas de forma transversal em todos os eixos.
4. Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres
Eixos estruturantes do Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência:


1) Garantia da aplicabilidade da Lei Maria da Penha.


2) Ampliação e fortalecimento da rede de serviços para mulheres em situação de violência.


3) Garantia da segurança cidadã e acesso à Justiça.


4) Garantia dos direitos sexuais e reprodutivos, enfrentamento à exploração sexual e ao tráfico de mulheres.


5) Garantia da autonomia das mulheres em situação de violência e ampliação de seus direitos.


4. Enfrentamento de todas as formas de violência contra as mulheres
No âmbito das ações de enfrentamento à violência contra as mulheres, a partir do mês de agosto de 2013 os Estados passaram a receber duas Unidades Móveis para Mulheres em Situação de Violência no Campo e na Floresta. São veículos adaptados para funcionamento de Unidade Móvel de Acolhimento às Mulheres em Situação de Violência no Campo e na Floresta. Modelo de ônibus a ser utilizado contempla acesso às mulheres que usam cadeiras de rodas, permitindo assim sua acessibilidade.


5. Fortalecimento e participação das mulheres nos espaços de poder e decisão
Fomentar e fortalecer a participação igualitária, plural e multirracial das mulheres nos espaços de poder e decisão, por meio da promoção de mudanças culturais, legislativas e institucionais que contribuam para a construção de valores e atitudes igualitárias e democráticas e para a construção de políticas para a igualdade

6. Desenvolvimento sustentável com igualdade econômica e social
Incentivar o desenvolvimento sustentável com a inclusão das mulheres em todas as suas especificidades e diversidades, considerando as dimensões sociais, econômicas e ambientais, democratizando o acesso aos bens da natureza e aos equipamentos sociais e serviços públicos.

Promover a ampliação da infraestrutura social nas áreas urbana e rural, garantindo o direito das mulheres à habitação e moradia digna, com acessibilidade, por meio, dentre outras ações, da facilitação de formas de financiamento.

7. Direito à terra com igualdade para as mulheres do campo e da floresta
Promover o fortalecimento econômico e o direito à vida de qualidade das mulheres no meio rural, respeitando as especificidades das mulheres do campo e da floresta e comunidades tradicionais (inclusive ribeirinhos), com garantia do acesso à terra, a bens, a equipamentos e a serviços públicos.

8. Cultura, Esporte, Comunicação e Mídia
Promover maior participação e assegurar a inserção igualitária das mulheres no esporte, considerando as dimensões étnica, raciais, de classe social, orientação sexual, identidade de gênero, geracionais e mulheres com deficiência.

Estimular, ampliar e qualificar o acesso de meninas adolescentes, mulheres adultas, idosas e mulheres com deficiência ao esporte e ao lazer, promovendo a qualidade de vida, a inclusão social, a cidadania e o desenvolvimento humano.

Promover uma imagem não estereotipada das mulheres, valorizando-as em sua diversidade.


9. Enfrentamento do racismo, sexismo e lesbofobia
Instituir políticas, programas e ações de enfrentamento ao racismo, sexismo, lesbofobia e ao preconceito e discriminação baseadas na orientação sexual e identidade de gênero.


Capítulo 10 - Igualdade para as mulheres jovens, idosas e mulheres com deficiência
As ações propostas estão voltadas para que a inclusão das especificidades das mulheres com deficiência seja incorporada nas politicas públicas, no incentivo à produção e ao fomento de estudos, pesquisas e publicações.

As ações destinadas às mulheres com deficiência não se restringem aquelas apontadas no capitulo 10, mas outras ações articuladas nos demais capítulos apresentados.


10. Igualdade para as mulheres jovens, idosas e mulheres com deficiência
Garantir o protagonismo das mulheres jovens, idosas e mulheres com deficiência na elaboração, no monitoramento e na avaliação das políticas públicas.

Garantir o acesso das mulheres jovens, idosas e mulheres com deficiência a políticas, equipamentos e serviços públicos.

Garantir a igualdade de direitos e oportunidades no acesso, permanência e promoção das adolescentes e jovens no mercado de trabalho, em especial as negras e as mulheres com deficiência.

Ampliar a permanência das meninas e mulheres jovens na educação formal, evitando a evasão escolar, em especial para as negras, trabalhadoras rurais, quilombolas, indígenas, lésbicas e mulheres com deficiência.

Fortalecer ações de promoção da autonomia das mulheres com deficiência, considerando as suas especificidades e diversidades, com especial atenção ao que se refere à acessibilidade, acesso ao mercado de trabalho, educação especial e enfrentamento à violência.

Promover a autonomia das mulheres com deficiência, através da garantia do acesso a equipamentos, serviços e políticas públicas específicos para suas necessidades.

Promover ações de formação de mulheres com deficiência, lideranças e multiplicadoras, por meio de jornadas de formação e seminários, sobre acesso aos direitos, equipamentos, políticas e serviços públicos, com especial enfoque nas ações previstas nos programas do PNPM.

Fomento à implementação de ações de enfrentamento à discriminação contra meninas, mulheres jovens, idosas e com deficiência.

Incorporação das especificidades das mulheres jovens, idosas e com deficiência nas políticas públicas direcionadas às mulheres.

Produção, fomento e publicação de estudos, pesquisas, dados e indicadores sobre igualdade de gênero, mulheres jovens, idosas e com deficiência.


11. Gestão e monitoramento do plano nacional de políticas para as mulheres
Implementar, acompanhar e monitorar o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres - PNPM, com integração das ações e articulação entre os diferentes órgãos dos governos federal, distrital, estaduais e municipais.

Ampliar e disseminar o conhecimento sobre a situação das mulheres na sociedade brasileira e das políticas públicas de gênero, considerando as múltiplas formas de desigualdades.


SECRETARIA DE POLÍTICAS PARA AS MULHERES – SPM/PR

As mulheres com deficiências, sejam jovens ou idosas, enfrentam desafios maiores, preconceitos e estereótipos, além de uma história de exclusão, que limitam suas vidas: da violência a falta de garantia de acesso ao mercado de trabalho, à saúde e à educação.

Para uma efetiva mudança dessa realidade, elas devem ser inseridas no processo democrático, na vida cotidiana, no trabalho, na educação, nos mais variados serviços e equipamentos públicos.

A SPM-PR pactuou e lançou o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres 2013-2015, incluindo ações para as mulheres com deficiência em todos os seus eixos. Essas ações, alinhadas com o Viver Sem Limite, foram pactuadas com os diversos ministérios responsáveis pelas políticas setoriais, a fim de assegurar sua efetiva implementação.

Iniciativas em 2012:
Oficina de Trabalho com especialistas, mulheres ativistas com Deficiência e diversos órgãos do governo federal como o Ministério da Saúde, da Educação, do Desenvolvimento Social e Direitos Humanos para discutir políticas específicas para essas mulheres.

Roda de Conversa sobre Políticas Públicas para Mulheres, na Conferencia Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em dezembro. Evento bastante concorrido e marcante na conferencia.

Apoio ao projeto de fortalecimento das mães de pessoas com deficiência atendidas na APAE/BH

Iniciativas em 2013:
atividade especifica para as mulheres na REATECH – Feira Internacional de Acessibilidade e Tecnologia, em SP.

Roda de Conversa sobre Políticas Públicas para Mulheres, na Conferencia Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em dezembro. Evento bastante concorrido e marcante na conferencia.

1º Seminário Nacional de Políticas Públicas para Mulheres com Deficiência (7 e 9 de novembro) – Brasilia - parceria SPM - SDH.

Público: gestoras, pesquisadoras, conselheiras, ativistas e mães cuidadoras de pessoas com deficiência.

A perspectiva da autonomia, da cidadania, da acessibilidade aos bens públicos, para as mulheres com deficiências, é uma das metas das políticas para mulheres, que deve garantir segurança e autonomia, para que sejam inseridas em todas as esferas da vida pública e privada para o pleno exercício da cidadania.


Esse é o nosso desafio!


Muito Obrigada!


spm@spm.gov.br

Tornamos o arquivo em PPT em formato acessível e respeitando as características do mesmo por acharmos importante as informações contidas nele.

Arquivo e fonte:
https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&uact=8&ved=0CCsQFjAA&url=http%3A%2F%2Fwww.uniapaemg.org.br%2Fwp-content%2Fuploads%2F2013%2F10%2F1-As-pol%25C3%25ADticas-da-SPM-para-mulheres-com-defici%25C3%25AAncia.pptx&ei=bniHVPrzMYSpNp_OgTg&usg=AFQjCNG14TWUm63vU95uY_QkLY67EXqJBw&sig2=hiF3Fqn4ibcd4BC78PPZEA&bvm=bv.81449611,d.eXY

SPM Políticas Direitos das Mulheres

Secretária de Politicas para as Mulheres.
Governo Federal país rico é país sem pobreza.











segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Tradição indígena faz pais tirarem a vida de crianças com deficiência física

Na foto crianças índiginas tomam banho.

Um assunto da maior importância: o direito à vida. Você acha certo matar bebês recém-nascidos por causa de alguma deficiência física?
Pois saiba que isso acontece no Brasil e não é crime. A Constituição, nossa lei maior, assegura a grupos indígenas o direito à prática do infanticídio, o assassinato de uma criança logo após o nascimento, se ela apresentar alguma doença.
Para os índios, é um gesto de amor, uma forma de proteger o recém-nascido, como você vai ver nesta reportagem. Mas tem gente que discorda.
Um projeto de lei que pretende acabar com o infanticídio já foi aprovado em duas comissões na Câmara Federal e agora vai para votação no plenário.
A cidade mais violenta do Brasil fica no interior do estado de Roraima. Chama-se Caracaraí e tem só 19 mil habitantes.
De acordo com o último Mapa da Violência, do Ministério da Justiça, em um ano, 42 pessoas foram assassinadas por lá. Entre elas, 37 índios, todos recém-nascidos, mortos pelas próprias mães, pouco depois do primeiro choro.
A partir de uma porteira, o Fantástico entrou na terra dos ianomâmis, uma área de 9,6 milhões de hectares, maior do que Portugal. Lá, vivem 25 mil índios em 300 aldeias numa floresta inteiramente preservada.
O filho de uma mulher ianomâmi vai fazer parte da próxima estatística de crianças mortas logo após o nascimento. Há duas semanas, ela começou a sentir as dores do parto, entrou na floresta sozinha e horas depois saiu de lá sem a barriga de grávida e sem a criança.
Os agentes de saúde que trabalham lá disseram, sem gravar, que naquela noite aconteceu mais um homicídio infantil, o infanticídio.
O infanticídio indígena é um ato sem testemunha. As mulheres vêm sozinhas para a floresta. Lá, depois do parto, examinam a criança. Se ela tiver alguma deficiência, a mãe volta sozinha para a aldeia.
A prática acontece em pelos menos 13 etnias indígenas do Brasil, principalmente nas tribos isoladas, como os suruwahas, ianomâmis e kamaiurás. Cada etnia tem uma crença que leva a mãe a matar o bebê recém-nascido.
Criança com deficiência física, gêmeos, filho de mãe solteira ou fruto de adultério podem ser vistos como amaldiçoados dependendo da tribo e acabam sendo sacrificados, enterrados ou abandonados na selva. Uma tradição comum antes mesmo de o homem branco chegar por aqui, mas que fica geralmente escondida no meio da floresta.
O tema infanticídio ressurge agora por ter se destacado no Mapa da Violência 2014, elaborado com os dados de dois anos atrás.
O autor do levantamento feito para o Ministério da Justiça, o pesquisador Júlio Jacobo, da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, não tinha ideia da prática.

“E aí, então, comecei a pesquisar efetivamente com as certidões de óbito. Registravam que crianças de cor ou raça indígena, de 0 a 6 dias de idade. E começamos a ver que realmente era uma cultura indígena meio não falada, meio oculta”, diz o pesquisador.
O secretário de Segurança Pública de Roraima, Amadeu Soares, explica por que o seu estado aparece, pela primeira vez, entre os mais violentos do Brasil.
Fantástico: Por que no ano de 2012 teve essa evolução, esse número tão grande?
Amadeu Soares: Porque foi o ano que a Secretaria Especial começou a fazer o trabalho de registro desses infanticídios.
E foi assim que Caracaraí, no interior de Roraima, se transformou no município mais violento do Brasil. São 210 homicídios para cada 100 mil habitantes. A média nacional é 29 homicídios para cada 100 mil habitantes.
Pituko Waiãpi é um sobrevivente. Ele nasceu há 37 anos numa aldeia waiapi, localizada no interior do Amapá. Tinha paralisia infantil e estava condenado ao sacrifício.

“A minha família não aceitava por causa dessa deficiência. Então, a Funai me tirou de lá”, conta.

O garoto cresceu entre os homens brancos e, aos sete anos, foi levado de volta para a tribo.

“Uma assistente social não entendia do costume da aldeia. Ela não sabia que ele não podia mais voltar e o mandou de volta”, conta Silvia Waiãpi, irmã de Pituko.

O garoto vivia carregado pela mãe, pai ou irmão mais velho.

“E aí um dia minha mãe cansou de me carregar e deu para o meu pai.

Quando foi na hora de atravessar o rio, meu pai começou a ameaçar que eu não servia para nada, que eu merecia ser morto. A minha mãe escutou isso e gritou que não era para ele fazer isso comigo”, conta Pituko.

“A minha mãe o deu para um dentista e a única palavra que ele sabia falar em português era: ‘Embora. Embora. Embora’”, diz a irmã.

Ele só voltou a ver os pais quando tinha 21 anos.

“A minha mãe sentou do meu lado e disse: ‘Meu filho, tu lembra daquele tempo que aconteceu?’. Eu falei: ‘Lembro’. Aí ela perguntou: ‘Você tem raiva dele?’. ‘Eu, não. Eu gosto do meu pai’. Isso é cultura de vocês. Quem sabe vocês estavam fazendo o certo e eu não estava sofrendo mais”, conta Pituko.

“Como é que é carregar um deficiente físico nas costas sem cadeiras de rodas? No meio do mato?”, comenta a irmã de Pituko.

A irmã de Pituko explica: para o seu povo, o infanticídio não é um ato cruel.

“Era um ato de amor. Amor e desespero. Porque você não quer que um filho seu continue sofrendo. Você quer que ele sobreviva, mas não se não há como?”, diz ela.

“Não se pode atribuir a isso qualquer elemento de crueldade. Se uma pessoa começa já no nascimento conter deformações físicas ou incapacidades muito grandes, você vai ter sempre em si um marginal”, avalia o antropólogo João Pacheco.

Na visão do antropólogo, este garoto é um exemplo do que seria um marginal na comunidade indígena. Ele sofre de um problema neurológico.
“Essa criança nasceu, segundo informações, sem nenhum sinal de qualquer tipo de deficiência. Eles não rejeitaram ela, mas ao mesmo tempo ela não fica como as outras crianças. Fica mais escondidinha”, explica Tiago Pereira, enfermeiro da Secretaria de Saúde Indígena.

Por não ter percebido a deficiência, a mãe deu de mamar ao filho.
Esta é uma cena da maior importância na vida de um pequeno ianomâmi. Quando a mãe amamenta o filho, é como se tivesse dando a ele a certidão de nascimento dele, é que ele está sendo aceito por ela e pela comunidade.
Os índios acreditam que só durante esse ritual o bebê se torna um ser vivo e, graças a essa primeira mamada, Kanhu Rakai, filha de Tawarit, está viva hoje.

“Se tivesse anotado de pequeno, poderia estar enterrado”, afirma Tawarit Makaulaka Kamaiurá, pai de Kanhu Rakai.

Quando nasceu, a família, que faz parte da etnia kamayurá, não notou que Kanhu Rakai desenvolveria qualquer problema.

“Ela nasceu normal. Depois de cinco anos, ela começou a ir enfraquecendo mais”, conta Tawarit.

Kanhu Rakai tinha distrofia muscular progressiva, uma doença degenerativa que dificulta cada dia mais os movimentos da garota, e os pais se sentiam pressionados pela comunidade para matar a criança.

“A aldeia não manda. Pode mandar, mas só que quem decide, eu e ela, é a gente que decide”, diz Tawarit.

E eles decidiram se mudar para Brasília.

“Para mim, enterrar as crianças é feio, é muito feio”, afirma Tawarit.
A solução para impedir a morte de bebês indígenas não é simples. Quem vive próximo ao problema, sabe disso. João Catalano é o coordenador geral da Frente de Proteção dos Índios Ianomâmis, da Funai.

“A gente tem que entender o ambiente em que eles estão inseridos. Aqui a gente está falando da maior floresta tropical do mundo. A maior parte das regiões só chega de avião”, diz Catalano.

O secretário de Segurança Pública de Roraima aponta outra limitação para agir: “A Funai acompanha, estuda e analisa todas essas questões culturais dos povos indígenas. E o estado tem essa limitação de apenas fazer o registro e o atendimento no caso de óbito”.

Várias vezes, enquanto esta reportagem estava sendo feita, tentamos falar com a direção da Funai, a Fundação Nacional do Índio. Ela não quis falar com o Fantástico sobre esse assunto.

E o que diz a lei brasileira sobre o infanticídio indígena? O artigo 5º da Constituição garante a todos o direito à vida.

O jurista José Afonso da Silva, especialista em direito constitucional, faz uma ressalva sobre as exceções dentro da Constituição.

“Ela reconhece a cultura indígena, os costumes indígenas, as tradições indígenas”, observa o jurista.

Então, diante da Constituição do Brasil, não há nada condenável no ato da mãe índia que mata o filho bebê.

O deputado federal Henrique Afonso, do PV do Acre, apresentou um projeto de lei indicando como o estado pode trabalhar para intervir na questão. “Esse projeto, o objetivo é erradicar o infanticídio no Brasil”, diz Henrique Afonso.

Ele prevê, por exemplo, a criação de um Conselho Tutelar Indígena, que teria autonomia para determinar qual medida deve ser adotada em cada caso.

O projeto ainda não foi colocado em votação no Congresso, mas já é criticado.

“Não há como executar essa lei a não ser com violência, que é desaconselhável. E a própria Constituição repudiaria isso”, comenta o jurista José Afonso da Silva.

“Eu não posso imaginar que esse seja um projeto realmente humanitário. Então, nesse sentido, os antropólogos têm se manifestado sempre contra”, diz o antropólogo João Pacheco.

Para os antropólogos, a solução seria o diálogo.

Uma saída bem sucedida encontrada pelo técnico de enfermagem da Secretaria Especial de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Charles Sheiffer. Conversando, ele conseguiu impedir a morte de um bebê indígena.

“Eu estava no posto de saúde mais ou menos 5h20 e, de repente, eu escutei uma batida na porta do posto. A mãe mandou um dos filhos dela me chamar para poder mostrar essa criança. Cheguei lá e a criança estava na grama já com placenta e tudo. E fiquei com essa criança mais ou menos uns três dias”, conta Sheiffer.

O pai já tinha outros três filhos. E acreditava que não teria condição de criar mais um bebê.

“Até que o pai se convenceu da minha atitude. E a mãe também queria a criança. De toda forma, ela queria. E aí quando ela deu a primeira mamada... Pronto! A criança estava livre”, lembra Sheiffer.

Silvia se formou em fisioterapia, é tenente no Exército e reclama da falta de estrutura e saúde dada a esses povos:
“Falta de medicação, falta de enfermeiros, técnicos, porque os poucos que têm estão sobrecarregados. Então, dizer que o índio está fazendo o infanticídio é muito fácil, né? Mas se tivesse estrutura, eu duvido que isso aconteceria. Eu falo isso porque meu irmão, o Pituko, é tetraplégico, ele não teria nenhuma condição de sobrevivência dentro da aldeia, mas aqui ele hoje é um pintor. Ele só mexe a cabeça e o pescoço, e ele pinta, e ele escreve apenas com a boca”, conta Silvia.

Hoje Pituko é um orgulho para a sua aldeia. Agora, os waiãpis descobriram que existe outro caminho para crianças que nascem com deficiência.
“Eu quebrei os preconceitos sobre pessoas com paralisia infantil. Eu tenho uma sobrinha que tem dois filhos que são deficientes”, diz Pituko.

“E hoje meu pai entende isso. Hoje, nós vemos isso no olhar dele. Um olhar de amor. Um olhar de carinho. E quando nós vamos, ele chora, porque fazia muito tempo que ele não nos via. E ele diz em português: saudade”, conta Silvia.

A mesma saudade que Muwaji tem do seu povo. Ela é de uma tribo isolada do Amazonas, a suruwaha.

Quando deu a luz ao seu filho, estava sozinha no meio da floresta.

Percebeu que a criança não abria as mãos e tinha as pernas cruzadas e duras. Muwaji começou a criar a filha mas o irmão insistia que ela devia matar a bebê.

“Meu irmão falou: ‘Dá o veneno. Eles vão matar’. ‘Não quero matar’”, conta Muwaji.
Para salvar a criança, Muwaji fugiu da sua tribo. Vive com a filha de oito anos em Brasília e nunca mais viu a família.

“Meu coração é triste, chora. Depois é alegre de novo”, diz.

Ela não vê meios de voltar para sua tribo e apenas canta quando quer se sentir próxima a seu povo.

Fonte: G1/Fantástico

TODOS TEMOS DIREITO A VIDA.

ESPORTE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA.


Na foto desenho de cadeirantes em algumas cores e a frase: The Paralympics is also olympics.

A prática de esportes entre pessoas com deficiência é um processo de reabilitação mundialmente conhecido, e está sendo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo. Hoje já existem diversos eventos mundiais que reunem estes atletas guerreiros para competirem e mostrar que a prática dos esportes abre oportunidades incríveis nas vida de todos. veja este vídeo sobre as Paraolimpíadas aqui no Brasil:



As pessoas com deficiência necessitam de espaço físico adaptado e específico para os treinamentos, além de profissionais capacitados na área, que deve ter conhecimento tanto no esporte como, de preferência, também na deficiência do atleta.

Segundo Lucília Gouveia, coordenadora do curso de Pedagogia, da Unipar, Campus de Francisco Beltrão, algumas modalidades esportivas praticadas pelas pessoas com deficiência físicas:

Arco e flecha: Atletas, em pé e sentados em cadeira de rodas, participam em competições com sistemas de resultados semelhantes à modalidade olímpica.

Atletismo: Vem sendo constantemente revisto para dar melhores condições técnicas, para o desenvolvimento desta modalidade.

Basquetebol sobre rodas: Jogado por paraplégicos, amputados, e atletas com seqüelas de poliomielite. Os regulamentos são os mesmos do basquetebol convencional com pequenas adaptações.

Bocha: Este antigo jogo foi adaptado com sucesso para pessoas com paralisia cerebral.

Ciclismo: Três classes de atletas participam do ciclismo: paralisado cerebral, cegos com guias e amputados.

Handebol sobre rodas: parecido com o basquete.

Esgrima: Praticado por atletas em cadeira de rodas, amputados e paralisados cerebrais.

Lawn Bowls: Similar à bocha e é aberta à participação de todas as pessoas com deficiência física.

Halterofilismo: Aberto a atletas do sexo masculino com deficiências físicas e competidores com paralisia cerebral.

Tiro ao alvo: Aberto a atletas com deficiência física nas categorias sentado e em pé, para homens e mulheres.

Futebol: Apenas atletas com paralisia cerebral competem. As regras sofrem algumas modificações, entre elas o número de jogadores, largura do gol e da marca do pênalti.

Natação: Divide-se em dois grupos de participantes: um grupo de competidores com deficiência visual e outro grupo com deficiência física. As regras não têm adaptações.

Tênis de mesa: Idêntico ao tênis de mesa convencional. É jogado por pessoas com deficiência física, nas categorias masculina e feminina, por equipe e individual. Joga-se em pé ou em cadeira de rodas.

Tênis: Atletas e cadeiras de rodas jogam como o tênis tradicional, apenas com uma adaptação: de que a bola pode quicar duas vezes, a primeira dentro da quadra. As categorias são: masculino e feminino, individual e em duplas.

Voleibol: é praticado por atletas amputados e lesados medulares em duas categorias: sentados e em pé.

Racquetball: Praticado por atletas com paralisia cerebral. É similar ao tênis de mesa.

Golball: Jogado por atletas com deficiência visual. O objetivo é arremessar a bola sonora com as mãos no gol do adversário.

Judô: Praticado por pessoas com deficiências visuais do sexo masculino. A principal adaptação feita para esta modalidade é a diferença de textura do tatame que indica os limites da área de competição.
Links
Organizações Nacionais
Organizações Internacionais
Organizações por Estado

Amazonas

Ceará

Maranhão

Paraíba

Rio Grande do Norte

Rio Grande do Sul
http://www.rsparadesporto.org.br/

Vídeo abaixo do Comitê Paralímpico Brasileiro





Fonte: http://www.infojovem.org.br/


Cristina Mazuhy uma das Inclusivass e o judo paralímpico.

Cristina Mazuhy esta com a última medalha que ganhou na mão direita, veste uma camiseta azul com a frase: GRAND PRIX  Infraero de judo para cegos, usa óculos, cabelo solto e sua expressão é vitória, com a boca bem aberta expressa isso.

Cristina Mashury uma das INCLUSIVAS fala um pouco do judo paralímpico em sua vida.

Quando meu filho mais velho era pequeno e fazia Karatê eu sempre ficava olhando com aquela vontade de praticar mas ao mesmo tempo eu tinha medo de não poder fazer nenhuma arte marcial por causa da visão mas ao conversar com o judoca Hélio Passos que é faixa preta e deficiente visual descobri que sim eu poderia fazer o judo e a visão não eram problema por eu não ter deslocamento na retina e com isso os meninos que já praticavam o judo me convidaram para treinar na ESEF onde treinam e na mesma hora aceitei pois vi naquele momento o que era vontade se tornar realidade e assim que iniciei meus primeiros passos neste esporte que trás a nós alunos disciplina e adaptação.


Comecei a treinar e hoje já tenho 2 medalhas de ouro, 6 prata e 3 bronze, treino na  ESEF e juntamente com Luiza Oliano e Giovana Pilla, represento as mulheres gaúchas com deficiência na prática desta arte que é o judô tenho me empenhado muito pois amo o que faço,  e estas duas grandes guerreiras com tantas medalhas me inspiram nesta caminhada pois o judo entrou na minha vida e não sai mais, ser mais umas das mulheres com deficiência me fortalece pois o tatame é meu balsamo o caminho suave que conduz minha vida.

Na foto Cristina esta no podiam ao lado de uma competidora e segura o bandeira do RS


Cristina, Luiza Olione, Giovana Pilla estão sentadas uma ao lado da outra.

Convido á todas as mulheres com deficiência a conhecerem o judo no projeto Bugre Lucena o vídeo abaixo mostra um pouco do projeto e minha experiência no judo.
Crédito: URGS

Link do vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=PB-DtLa9DOs#t=1163






quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Mulheres com deficiência (INCLUSIVASS) entregam carta ao governador Tarso Genro.

Na foto da esquerda para a direita esta Daia Fraga,Marli Conzatti, Telia Negrão, Luciana Alberton, Cristina Mazuhy, Tarso Genro, Carolina Santos, Liza Cenci e Ariane Leitão

No Dia Internacional das Pessoas com Deficiência e dentro das atividades dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres​,​ nós as INCLUSIVASS, na manhã desta quarta-feira fizemos a entrega da C​arta das Mulheres com Deficiência do RS​ ao governador do estado Tarso Genro, à Secretária de Politicas para Mulheres Ariane Leitão e à presidente da Faders, Marli Gonzatti.
​Esta carta foi laborada por nós em dois encontros que resultaram 25 propostas voltadas as mulheres com deficiência e fortalecendo os direitos e as politicas públicas para as mulheres com deficiência
​. 
No encontro estavam presentes as ativistas das entidades Superação e Rumo Norte, além de movimentos pelos direitos humanos das mulheres como o Coletivo Feminino Plural, a Rede Feminista de Saúde e o Movimento pelo Fim da Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes Judo Paralímpico. Representaram as mulheres com deficiência Carol Santos, Liza Censi, Luciana Alberton, Cristina Mazuhy e Daia Fraga.
Na oportunidade, falamos sobre a importância que se ​as redes de atendimento especializados as mulheres devem ser acessíveis às mulheres ​com deficiência em todas as esferas,que seja criado um número de atendimento acessível as mulheres surdas e com dificuldade de fala para que as mesmas notifiquem casos de violência. Desta forma, todas possam ter acesso ao serviço já criado pelo Rede Lilas para a aplicação da Lei Maria da Penha
​.​
O governador Tarso Genro recebeu de forma acolhedora as propostas contidas na Carta e sugeriu que o documento seja entregue ao governador eleito, de forma a assegurar sua efetivação.​

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Câmara Porto Alegre lança novas edições de audiolivros no dia da acessibilidade

Imagem de livros um ao lado do outro e neles um fone de ouvido e a frente um Ipod


Câmara lança novas edições de audiolivros no dia da acessibilidade

Com a proposta de tornar seus produtos cada vez mais acessíveis a pessoas com deficiência, a Edições Câmara lançará, nesta terça-feira (02/12), novos títulos em audiolivro. Nessa data, a Câmara promove o Dia da Acessibilidade, com uma série de atividades para marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.
Os audiolivros ganharam novo projeto, agora com voz sintética, permitindo produzir mais títulos em menos tempo, além de facilitar a atualização das legislações e demais obras. A Edições Câmara buscou uma solução econômica para a instituição, utilizando uma voz e um sintetizador sem custo para a Câmara.
A ideia, explica a diretora da Edições Câmara, Heloísa Antunes, é que os audiolivros façam parte da linha de produção da editora. "A partir de agora, o público de pessoas com deficiência visual terá um acesso ampliado aos nossos títulos, já que os recursos para a produção de um audiolivro são inferiores aos de tipos ampliados e braile", destaca Heloísa.

A partir de terça, os audiolivros estarão disponíveis para download gratuito em formato "mp3" na página da Edições Câmara. Serão lançados a Constituição Federal, a Lei de Diretrizes e Bases da Educacao Nacional, o Estatuto da Juventude e a Legislação sobre Licitações e Contratos Administrativos.

Serviço

Lançamento de novos audiolivros da Edições Câmara

Data: terça-feira (02/12)

Horário: 15 horas

Local: Espaço do Servidor Anexo II da Câmara dos Deputados

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Mulheres com deficiência entregam carta ao Governador

Logo do convite contendo informações.

Mulheres com deficiência entregam carta ao Governador

Dia 03 de dezembro às 10:00 horas Palácio Piratini- Praça Marechal Deodoro s/n
 
Uma carta contendo propostas para fortalecer os direitos e políticas públicas direcionadas às mulheres com deficiência será entregue ao Governador do Estado Tarso Genro e à Secretária de Políticas para as Mulheres, Ariane Leitão, nesta quarta-feira, dia 3 de dezembro, 10 horas, no Palácio do Piratini. Denominado de INCLUSIVASS, o grupo que elaborou a carta é composto de ativistas pelos direitos das mulheres com deficiência que atuam em diversas organizações e movimentos, articuladas pela ONG Coletivo Feminino Plural. A atividade integra a jornada dos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, pois segundo inúmeros estudos internacionais as mulheres com deficiência estão mais expostas a violações e discriminações em todo o mundo em razão da maior vulnerabilidade. Integram o grupo ativistas dos movimentos Superação, Rumo Norte e Coletivo Feminino Plural, independentes e apoiadoras.
 
O documento a ser entregue originou-se de um seminário realizado em março deste ano em parceria com a Faders, tendo sido reelaborado pelo grupo em Oficina na Casa de Cultura Mario Quintana. Parte da constatação de que no Brasil, mulheres com deficiência correspondem a 13,53% dos 45,6 milhões de brasileiros com alguma deficiência, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE - 2010). Ou seja, são cerca de 25 milhões de mulheres que além de enfrentarem as desigualdades de gênero existentes na sociedade, também enfrentam a falta de oportunidades, direitos e cidadania, o que nos expõe a maiores vulnerabilidades.
Entre as reivindicações por políticas públicas voltadas ao enfrentamento à violência, as INCLUSIVASS enfatizam a necessidade de que as redes de atendimento e as políticas públicas para mulheres com o recorte gênero e deficiência sejam plenamente acessíveis a todas as mulheres. E dessa forma permitam que todos os equipamentos para atenção às mulheres em situação de violência - centros de referência, delegacias, casas abrigo, juizados possam ser utilizados com privacidade e respeito pelas mulheres com deficiência. Elas desejam que seja criado e divulgado número acessível para mulheres surdas e com dificuldades de fala notificarem casos de violência, potencializando o atendimento do disque 180 e pelo 0800 5410803 (Rede Lilás). Propõem também que sejam feitos e divulgados levantamentos de dados sobre violência contra as mulheres com deficiência junto aos juizados especializados, que devem ser ampliados na perspectiva na inclusão e que seja incluído no formulário do Boletim de Ocorrência o item “deficiência”.
Sugerem ainda a difusão da Lei Maria da Penha na rede de ensino, garantindo os formatos acessíveis e fortalecendo a cultura de respeito entre os gêneros e a diversidade entre as pessoas e que agentes do serviço público (executivo, legislativo, judiciário, MP) sejam capacitados para prestar atendimento adequado a mulheres com deficiência nas mais diversas áreas, mas em especial na área da saúde e violência, para que atuem de forma humanizada no atendimento às mulheres com deficiência.
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Mais informações podem ser obtidas pelo fone 32215298 e 91150096 (Carol Santos).

I Seminário Inclusão e Acessibilidade: ULBRA CANOAS.


I Seminário Inclusão e Acessibilidade: ULBRA CANOAS. Sensibilizando e Humanizando tem por objetivo a promoção do debate nas esferas municipal, estadual e federal abordando temáticas que ampliem o conhecimento sobre os Diretos Humanos, Sociedade Inclusiva, Acessibilidade , Projetos e Ações desenvolvidas no primeiro, segundo e terceiro setor. Tais discussões permitem diferentes construções reflexivas na área, agregando outras ideias, conceitos, valores e práticas que norteiam a gestão inclusiva de qualidade na sociedade. Programação: DIA 02/12/2014 TARDE 13h Credenciamento 13h30 Mesa de Abertura - Rafaela Zappas – Secretária Especial da Coordenadoria da Pessoa com Deficiência - Celso Pitol – Diretor-Presidente do Instituto Canoas XXI - Valoir Mendes – Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência - Erivaldo Diniz Brito – Diretor ULBRA Canoas - Jairo Jorge – Prefeito de Canoas 14h Momento Cultural: Associação Legato: Circo: a história dos palhaços 14h30 Mesa Temática 1: Direitos Fundamentais, Estado Social e Sociedade Inclusiva Palestrantes: - Dr. Paulo Torelly – Procurador do Município de Canoas - Valoir Mendes – Presidente do COMDIP Mediadora: Profª Lisandra Sandri - ULBRA DIA 03/12/2014 MANHÃ 8h30 Momento Cultural: Atividade Artística Ceama 9h Mesa Temática 2: Educando para Inclusão Social Palestrantes: - Fernanda Vicari – Associação Legato - Paulo Kroeff - UFRGS -Claudio Luciano Dusik - ULBRA Mediadora: Roselene Diehl - ULBRA 10h15 Coffee Breack 10h30 Mesa Temática 3: Acessibilidade, impasses e avanços Palestrante: - Adilso Corlassoli – Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos - Lisandra Sandri- ULBRA - Paulo Godim – SMDUH Mediador: Eri Domingos – Secretaria Municipal de Educação. DIA 03/12/2014 TARDE 13h30 Atividade Artística: Musicando a Vida ADEVIC 13h30 Mesa Temática 4 : Projetos e Ações de Sucesso na Inclusão Humanizada Cases: - Case AGCO - Roberta Vieira - Case ONG. Autismo e Vida – Renata Costa de Sá Bonotto - Case Reviver - Maria Helena Riquinho Mediador: João Pedro Jacobi – Auditor Fiscal do Ministério do Trabalho 15h30 Coffee breack 16hs Mesa Temática 5 :Avanços e Desafios na Construção de uma Sociedade Inclusiva e Humanizada - Fábio Baldo Alberton- Escola Vitória - Rafaela Zappas - Coordenadoria da Pessoa com Deficiência - Marcelo Bósio – Secretaria Municipal da Saúde - Maria Eunice – Secretaria Municipal do Desenvolvimento Social - Eliezer Pacheco – Secretaria Municipal de Educação 02 E 03 DE DEZEMBRO DE 2014 Local: ULBRA Canoas - Auditório 119 – Prédio 6 - Av. Farroupilha, 8001